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Pesquisa da USP Ribeirão revela existência de animais em extinção na região

Estudo constata que a perda da vegetação de cerrado não extinguiu várias espécies
animais em extinção
Estudo constata que a perda da vegetação de cerrado não extinguiu várias espécies

Estudo constata que a perda da vegetação de cerrado não extinguiu várias espécies

A antiga fazenda de gado e café em Luiz Antônio, São Paulo, hoje abriga a Estação Ecológica de Jataí, a maior área de Cerrado do estado, com quase 10 mil hectares.

Estudo da Biodiversidade

Nos últimos dois anos, pesquisadores da USP de Ribeirão Preto estudaram a vida selvagem da região. Foram registradas diversas espécies, incluindo cachorro-do-mato, porco-do-mato, um casal de veado-catingueiro, jaguatirica, onça-parda e tamanduá-bandeira. As armadilhas fotográficas foram essenciais para o monitoramento.

Preservação e o Tamanduá-Bandeira

O professor Adriano Chiarello, da USP, destaca a importância das áreas protegidas para a conservação da fauna. A pesquisa mostrou que a presença do tamanduá-bandeira é duas vezes maior em áreas protegidas (públicas e privadas) do que em áreas vizinhas. Este dado ressalta a necessidade de preservação ambiental.

Descobertas Surpreendentes

Entre as descobertas, a presença da anta, maior mamífero terrestre da região, que estava desaparecida há mais de 30 anos, foi uma grande surpresa. A pesquisa também abrangeu a Fazenda Estadual de Cajuru e uma fazenda em São Simão, totalizando cerca de 130 mil hectares de monitoramento. Os estudos continuarão, investigando o comportamento dos mamíferos em áreas menores e a relação entre a fauna e a vegetação.

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