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Pesquisa de Oxford aponta bons resultados no uso da dexametasona no combate à Covid-19

Medicamento apresentou melhora no quadro de pacientes graves; droga deve ser usada com prescrição médica
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Medicamento apresentou melhora no quadro de pacientes graves; droga deve ser usada com prescrição médica

Medicamento apresentou melhora no quadro de pacientes graves; droga deve ser usada com prescrição médica

A Dexametasona, medicamento de venda livre em farmácias, ganhou destaque recentemente devido a uma pesquisa da Universidade de Oxford. O estudo indicou que o corticoide pode reduzir em até um terço o risco de morte em pacientes com COVID-19 graves e entubados.

Dexametasona e o Tratamento da COVID-19

Segundo o endocrinologista Carlos Eduardo Barracuri, a Dexametasona combate as reações inflamatórias exageradas do organismo causadas pela doença, especificamente a inflamação pulmonar, que pode levar a sequelas respiratórias e até à morte. No entanto, o medicamento só é recomendado para casos graves e com indicação médica, sendo ineficaz e potencialmente prejudicial em casos leves.

Riscos da Automedicação

O médico alerta para os perigos da automedicação. Em alguns casos, a reação inflamatória do corpo ao combater o vírus é mais danosa que o próprio vírus. O uso prolongado de corticoides como a Dexametasona pode acarretar diversos problemas de saúde, incluindo ganho de peso abdominal, estrias, aumento da pressão arterial e colesterol, risco de diabetes e piora em diabéticos, além de outros efeitos colaterais.

Recomendações Médicas

Antes de usar qualquer medicamento, a orientação médica é fundamental. O que pode parecer benéfico inicialmente pode, na verdade, causar danos significativos ao organismo. A automedicação deve ser evitada a todo custo.

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