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Pesquisa feita com a ‘geração Z’ mostra que jovens entre 18 e 24 anos não querem ser líderes

Fabiola Molina, especialista em desenvolvimento de carreira, explica quais podem ser as causas desse fenômeno
Geração Z liderança
Fabiola Molina, especialista em desenvolvimento de carreira, explica quais podem ser as causas desse fenômeno

Fabiola Molina, especialista em desenvolvimento de carreira, explica quais podem ser as causas desse fenômeno

A ascensão profissional e a busca por cargos de liderança sempre foram metas importantes para muitas pessoas. No entanto, pesquisas recentes apontam uma mudança de comportamento entre jovens da Geração Z (18 a 24 anos), que demonstram menos interesse em posições de liderança.

A Geração Z e a Liderança: Uma Nova Perspectiva

De acordo com Fabiola Molina, especialista em desenvolvimento de carreira, essa mudança surpreende o mundo corporativo. A expectativa tradicional de crescimento na carreira via liderança está sendo questionada por essa geração. A especialista destaca que essa nova realidade exige uma análise do mercado de trabalho e das práticas das empresas.

Bem-Estar e Qualidade de Vida em Pauta

Um dos principais motivos para essa mudança de perspectiva é a valorização do bem-estar e da qualidade de vida. Os jovens da Geração Z buscam empresas que priorizem esses aspectos, e a liderança muitas vezes não reflete esses valores. Se o líder não inspira e não demonstra os mesmos valores, o interesse em seguir essa trajetória diminui.

Novas Possibilidades e Mudança de Valores

O cenário atual, marcado por novas possibilidades de trabalho (home office, trabalho remoto, empreendedorismo), também contribui para essa mudança. A pandemia acelerou a transformação dos valores relacionados ao trabalho, e a Geração Z se mostra mais aberta a explorar diferentes modelos de carreira, que não necessariamente envolvem a liderança.

Em suma, a falta de interesse em cargos de liderança entre os jovens da Geração Z reflete uma mudança de valores e prioridades no mercado de trabalho. O foco no bem-estar, na qualidade de vida e na flexibilidade profissional se sobrepõe à tradicional busca pela ascensão hierárquica.

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