De acordo com Rodrigo Stábeli, uma das principais soluções para a doença sempre foi o isolamento social
Ribeirão Preto e região enfrentam situação crítica com hospitais lotados e filas para exames devido ao aumento de casos de COVID-19.
Leitos de UTI lotados e consequências
A ocupação total de leitos de UTI em Ribeirão Preto e cidades vizinhas, como Franca, representa um cenário desesperador. A falta de leitos disponíveis para pacientes graves implica em transferências para cidades distantes ou, pior, a falta de tratamento, aumentando as chances de óbito. O tempo de espera para tratamento é crucial na evolução da doença.
A importância do distanciamento social e testagem
O pesquisador da Fiocruz, Rodrigo Stabile, destaca o distanciamento social como a principal medida para conter o avanço da doença. A alta taxa de transmissão, com um novo caso confirmado a cada dez minutos em Ribeirão Preto, exige a colaboração da população para reduzir a mobilidade. A testagem em massa, inclusive em casos leves, permite o isolamento de infectados e o rastreamento de contatos, quebrando a cadeia de transmissão. A demora na liberação de resultados de exames também agrava a situação.
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Cenário preocupante e apelo à população
A situação é alarmante em toda a região, com hospitais operando em sua capacidade máxima e até mesmo recusando novos pacientes. A falta de leitos não se deve à falta de recursos financeiros ou profissionais de saúde, mas sim à superlotação do sistema. O apelo é pela conscientização da população para que se adote o distanciamento social e outras medidas de prevenção, diminuindo a pressão sobre os serviços de saúde e preservando vidas.



