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Pesquisador da UFSCar cria material plástico para substituir gesso ortopédico

Material é mais barato, mais leve e pode ser retirado para lavagem
plástico ortopédico
Material é mais barato, mais leve e pode ser retirado para lavagem

Material é mais barato, mais leve e pode ser retirado para lavagem

Uma pesquisa desenvolvida na UFSCar criou um substituto para o gesso tradicional, prometendo maior conforto e praticidade para pacientes com fraturas. A inovação, fruto de quatro anos de estudos, utiliza um material plástico misturado com compostos minerais, como talco, que é derretido e moldado para se adaptar ao membro fraturado.

Menos incômodo, mais praticidade

O novo material é significativamente mais leve que o gesso convencional, proporcionando maior conforto ao paciente. A aplicação também é mais rápida, levando cerca de 15 minutos, contra 30 minutos do gesso tradicional. Além disso, o processo é mais limpo, sem a sujeira e o risco de contaminação cruzada associados ao gesso.

Benefícios ambientais

Outra vantagem do novo material é sua sustentabilidade. Diferente do gesso, que é descartado no lixo comum, o substituto pode ser reciclado, reduzindo o impacto ambiental. O pesquisador Gustavo Trindade-Valil destaca a possibilidade de devolver o material para reciclagem após o uso.

Próximos passos

Após anos de testes, a próxima etapa é a realização de testes clínicos com pacientes da UFSCar e do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto. A expectativa é que o novo material traga alívio e melhorias significativas para quem precisa usar gesso, impactando positivamente tanto a saúde quanto o meio ambiente.

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