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Pesquisadores da Universidade de Franca desenvolvem tratamento com nanopartículas para ajudar no tratamento contra o câncer de pele

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tratamento câncer de pele
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Pesquisadores em Franca, São Paulo, alcançaram resultados promissores no combate ao câncer de pele utilizando nanopartículas como carreadoras de fármacos. Embora os testes ainda estejam restritos a camundongos e não haja previsão para início em humanos, o estudo já demonstra um potencial significativo para reduzir os efeitos colaterais e aumentar a precisão na entrega de medicamentos.

O Poder das Nanopartículas

As nanopartículas, incrivelmente pequenas (um bilhão de vezes menores que um grão de areia), possuem a capacidade de penetrar nas células, abrindo um leque de possibilidades para o tratamento de diversas doenças. O professor Eduardo José Nassar, responsável pela pesquisa, destaca o potencial dessas partículas como carreadoras de fármacos, especialmente no combate ao câncer de pele.

Redução de Efeitos Colaterais e Precisão Aprimorada

De acordo com Ayumi, uma das pesquisadoras envolvidas no estudo, em apenas dois anos, as nanopartículas já demonstraram a capacidade de diminuir em 60% os efeitos colaterais dos medicamentos utilizados no tratamento do câncer de pele. Além disso, a nova técnica permite que os remédios atinjam as células doentes com maior precisão, evitando danos a órgãos saudáveis. A pesquisadora explica que a utilização isolada de platinas, por exemplo, pode ser prejudicial aos órgãos, problema minimizado com o uso das nanopartículas.

Um Futuro Promissor no Combate ao Câncer de Pele

O estudo com nanopartículas representa um avanço significativo na busca por tratamentos mais eficazes e menos agressivos para o câncer de pele, doença que afeta mais de 120 mil brasileiros anualmente, segundo o Ministério da Saúde. Embora ainda não haja uma data definida para que os pacientes possam se beneficiar dessa descoberta, a pesquisa realizada em Franca sinaliza um futuro mais promissor no combate a essa enfermidade.

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