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Pesquisadores da USP buscam pais de crianças com paralisia cerebral para estudo sobre a influência deles na vida dos filhos

Saiba como participar enviando um e-mail para a pesquisadora Priscilla Queiroz pelo endereço: [email protected]
paralisia cerebral
Saiba como participar enviando um e-mail para a pesquisadora Priscilla Queiroz pelo endereço: [email protected]

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Pesquisadores da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (USP) buscam pais de crianças com paralisia cerebral para um estudo sobre a influência dos responsáveis na vida dos filhos com dor crônica. A pesquisa, conduzida pela aluna de Fisioterapia Priscila Queiroz, concentra-se em crianças de 4 a 7 anos.

Por que focar em crianças de 4 a 7 anos com paralisia cerebral?

A escolha desse grupo etário se deve à dificuldade que essas crianças enfrentam para expressar sua dor, além da escassez de informações na literatura sobre o tema. A pesquisa visa entender melhor os desconfortos e dores vivenciadas por essas crianças, considerando os diferentes níveis de paralisia cerebral e suas implicações na percepção da dor.

A importância do relato dos pais

Como os pais são os principais cuidadores, seus relatos sobre a dor dos filhos são cruciais. O estudo também investiga os sentimentos dos pais ao lidar com a dor da criança, buscando compreender como essa experiência afeta toda a família. O acompanhamento abrange a família como um todo, analisando a persistência das dores e o impacto no dia a dia.

Como participar da pesquisa

A pesquisa utiliza um formulário online simples e de fácil acesso, disponível até dezembro de 2021, por meio do site da USP (usp.br) ou do Jornal da USP (jornal.usp.br). A participação é remota e rápida, levando no máximo alguns minutos para ser concluída. Não há um número mínimo de participantes, mas a equipe espera alcançar uma amostra significativa em todo o Brasil.

A iniciativa visa contribuir para um melhor atendimento e acompanhamento de crianças com paralisia cerebral e dor crônica, promovendo uma compreensão mais aprofundada dessa realidade e aprimorando os cuidados com essas famílias.

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