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Pesquisadores da USP se unem para entender o porque do coronavírus agir diferente em cada pessoa

Estudo vai analisar cinco grupos com 100 voluntários cada que testaram positivo, mas tiveram diferentes sintomas
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Estudo vai analisar cinco grupos com 100 voluntários cada que testaram positivo, mas tiveram diferentes sintomas

Estudo vai analisar cinco grupos com 100 voluntários cada que testaram positivo, mas tiveram diferentes sintomas

A ocupação de leitos de UTI por pacientes com COVID-19 tem superado 90% em alguns locais, representando um grande desafio para os profissionais de saúde. Pesquisadores da USP estão trabalhando para entender as diferentes reações ao novo coronavírus e desenvolver tratamentos mais eficazes.

Desvendando as Reações Variadas à COVID-19

Um estudo na USP, envolvendo pesquisadores de imunologia, enfermagem e ciências farmacêuticas, busca compreender por que o novo coronavírus causa reações tão distintas em diferentes pessoas. A urgência da pandemia exige respostas rápidas, diferentemente de pesquisas habituais. O estudo analisa cinco grupos de 100 voluntários cada, com diferentes níveis de gravidade da doença: casos leves, moderados (com internação), graves (com necessidade de UTI), recuperados e indivíduos sem contato com o vírus.

Análise de Biomarcadores para Tratamentos Individualizados

A pesquisa coleta material biológico dos voluntários para analisar amostras de sangue e identificar substâncias que se destacam em diferentes estágios da doença. A meta é encontrar biomarcadores que indiquem o melhor tratamento para cada perfil de paciente. Segundo o professor de bioquímica Carlos Sogge, a identificação desses marcadores permitirá propor tratamentos individualizados, considerando tanto os casos leves quanto os graves da doença.

Colaboração Nacional e Internacional e Busca por Voluntários

O estudo já conta com a colaboração de pesquisadores de outras universidades brasileiras (São Carlos, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Goiás e Amazonas) e internacionais (Estados Unidos e Holanda). No entanto, a busca por voluntários continua crucial para garantir a representatividade e agilidade dos resultados. A participação da população é fundamental para o sucesso da pesquisa e para o desenvolvimento de tratamentos mais eficazes contra a COVID-19.

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