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Pesquisadores do Hemocentro de Ribeirão descobrem molécula que pode ajudar no combate ao câncer

Estudos dão conta que a 'miR-450a' pode evitar que os tumores se espalhem para outras partes do organismo
combate ao câncer
Estudos dão conta que a 'miR-450a' pode evitar que os tumores se espalhem para outras partes do organismo

Estudos dão conta que a ‘miR-450a’ pode evitar que os tumores se espalhem para outras partes do organismo

Pesquisadores do Centro de Terapia Celular do Hemocentro de Ribeirão Preto (SP) fizeram uma descoberta promissora no combate ao câncer: uma molécula, denominada miR-450a, capaz de impedir a proliferação e metástase tumoral.

Molécula miR-450a: Uma Nova Esperança no Combate ao Câncer

Em testes com camundongos portadores de câncer de ovário, a molécula miR-450a demonstrou eficácia na redução do tamanho do tumor e na interrupção de sua multiplicação. A pesquisa, fruto de uma parceria entre a USP de Ribeirão Preto e pesquisadores norte-americanos, durou mais de sete anos. O estudo indica que a miR-450a, presente naturalmente no corpo humano e reprodutível em laboratório, atua diretamente nas células cancerígenas, interrompendo seu fornecimento de energia e, consequentemente, causando sua morte.

Mecanismo de Ação e Implicações para o Tratamento

A molécula age como um interruptor, desligando o mecanismo de produção de energia nas células tumorais. Sem energia, as células cancerígenas não sobrevivem, impedindo, assim, a progressão da doença. Além disso, a miR-450a também inibe a metástase, ou seja, a disseminação do câncer para outras partes do corpo. Essa descoberta representa um avanço significativo no desenvolvimento de novas terapias contra o câncer.

Avanços e Perspectivas Futuras

Para os pesquisadores, a descoberta da miR-450a representa um passo importante no controle e tratamento do câncer. Embora a cura completa ainda não seja garantida, a capacidade da molécula de controlar o crescimento tumoral e impedir sua disseminação oferece uma nova esperança para pacientes com câncer. O estudo foi publicado em uma revista internacional de renome, reforçando a importância desta descoberta para a comunidade científica e para os pacientes que convivem com a doença.

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