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Piracema deve deixar quilo do peixe mais caro

Com a proibição da pesca para a reprodução dos peixes, oferta diminuirá e pescados ficarão mais caros nas próximas semanas
Preço do peixe
Com a proibição da pesca para a reprodução dos peixes, oferta diminuirá e pescados ficarão mais caros nas próximas semanas

Com a proibição da pesca para a reprodução dos peixes, oferta diminuirá e pescados ficarão mais caros nas próximas semanas

O movimento nas peixarias de Hibeompreto começa a aumentar, mas os preços ainda estão estáveis, com exceção da sardinha, que subiu de R$ 7,99 para R$ 9,99 o quilo.

Preços devem subir com a diminuição dos estoques

Oswaldo Galo, dono de uma peixaria na cidade, alerta que, com o fim dos estoques, os preços de diversos peixes devem aumentar. A tendência de alta afeta principalmente os peixes proibidos na piracema, como curimba, mandi e piau.

Alternativas para o consumidor

Para economizar durante a piracema, Galo sugere o consumo de peixes de mar, como parati (R$ 8,99 o quilo), curvina (R$ 11,99 o quilo) e bagre do mar (R$ 11,99 o quilo). Esses peixes mantêm seus preços estáveis.

Piracema e crime ambiental

A piracema, período de reprodução dos peixes, impõe restrições à pesca. Qualquer pesca no rio Pardo durante esse período (até o final de fevereiro de 2017) é crime ambiental, sujeitando os infratores a multas. Em outros rios da região, a pesca é permitida apenas nos barrancos, com vara de mão, linha e anzol.

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