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Piracema termina nesta sexta-feira

Capitão da Polícia Ambiental faz um balanço do período e dá orientações sobre as ações nos rios
Piracema
Capitão da Polícia Ambiental faz um balanço do período e dá orientações sobre as ações nos rios

Capitão da Polícia Ambiental faz um balanço do período e dá orientações sobre as ações nos rios

A temporada de piracema, período de reprodução dos peixes e consequente proibição da pesca, que começou em outubro e se encerra em 28 de fevereiro, foi marcada por intensa fiscalização da Polícia Ambiental.

Fiscalização da Piracema

O capitão Diogo Araújo, da Polícia Ambiental, relatou uma significativa intensificação das ações de fiscalização nos rios da região de Ribeirão Preto, incluindo os rios Mojji, Pardo, Sapucaí e da Onça. Foram realizadas fiscalizações terrestres e aquáticas, além de ações preventivas. Apesar dos esforços preventivos, houve casos de pesca irregular, resultando em autos de infração e processos criminais para os infratores.

Punições e Espécies Protegidas

As punições variam de acordo com a quantidade e o tipo de peixe apreendido, incluindo multas administrativas e processos criminais. Durante a piracema, todas as espécies nativas, como piau, apiapó e lambari, são protegidas. A pesca do dourado, apreciado na pesca esportiva, também é proibida nesse período. Quanto aos peixes exóticos, as restrições variam de acordo com o rio. No rio Pardo, por exemplo, qualquer tipo de pesca é proibida durante a piracema.

Efetivo e Impacto das Chuvas

A Polícia Ambiental contou com o efetivo de seis quartéis na região de Ribeirão Preto para garantir a fiscalização. As chuvas abundantes deste ano contribuíram positivamente para a reprodução dos peixes. Em casos de pesca irregular, se o peixe estiver vivo, é devolvido ao rio; se estiver congelado, é doado a instituições de caridade; e se estiver impróprio para consumo, é descartado em aterro sanitário. O período da piracema segue o calendário previsto, sem prorrogação ou redução, a menos que estudos científicos indiquem a necessidade.

A Polícia Militar Ambiental reforça a importância das denúncias anônimas através do telefone 16-3996-0450 para auxiliar na preservação da natureza. A colaboração da população é fundamental para o sucesso das ações de fiscalização e proteção dos recursos pesqueiros.

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