Ouça a coluna ‘Mundo Digital’ com Eduardo Soares
O Pix, ferramenta de transferência de dinheiro via celular, facilita pagamentos, mas também expõe usuários a golpes. Para se proteger, é preciso estar atento a diferentes tipos de fraudes.
Golpes via WhatsApp
Um dos principais métodos usados por criminosos é a clonagem de contas do WhatsApp. Os golpistas entram em contato com a vítima, alegando ser do serviço Pix, e pedem um código de segurança enviado por SMS para assumir o controle da conta. Outra tática é criar perfis falsos com fotos e nomes de vítimas, enganando contatos e solicitando transferências Pix.
Enganações por Telefone
Golpistas também se passam por funcionários de bancos, simulando uma central telefônica com músicas de espera para dar credibilidade à ligação. Eles oferecem ajuda para cadastrar chaves Pix, prática que nenhum banco realiza por telefone. A Febraban alerta para esse tipo de contato.
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O Golpe do “Bug” do Pix
Uma estratégia comum é divulgar mensagens em redes sociais ou aplicativos de mensagens instantâneas sobre um falso “bug” no Pix. A promessa é de que transferências para uma conta específica resultarão em valores dobrada. Essa é uma armadilha para roubar dinheiro das vítimas.
A facilidade do Pix traz praticidade para milhões de brasileiros. No entanto, a atenção aos detalhes e a desconfiança em mensagens e contatos suspeitos são essenciais para evitar golpes e garantir a segurança financeira. Lembre-se: nenhum banco solicitará seus dados pessoais ou códigos de segurança por telefone ou mensagem não solicitada.