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PM acusado de matar comerciante durante abordagem em Orlândia passa por audiência nesta terça (15)

Sessão deve definir se o cabo Artur Filgueiras Cintra, de 28 anos, será julgado por júri popular; crime foi em outubro de 2024
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Sessão deve definir se o cabo Artur Filgueiras Cintra, de 28 anos, será julgado por júri popular; crime foi em outubro de 2024

Sessão deve definir se o cabo Artur Filgueiras Cintra, de 28 anos, será julgado por júri popular; crime foi em outubro de 2024

Nesta terça-feira, acontece a audiência que decidirá se o policial militar acusado de matar o comerciante João Vitor Moura-Rangon, de 27 anos, irá a júri popular. O crime ocorreu durante uma abordagem em Orlândia.

O Caso

Na madrugada do dia 2 de outubro de 2022, João Vitor, dono de uma distribuidora de bebidas, estava com o irmão quando, segundo a polícia, desobedeceram uma ordem de parada. Uma perseguição de mais de 40 minutos se seguiu, envolvendo estradas de três cidades. O carro foi cercado por viaturas a poucos metros da casa de João Vitor. O policial militar Arthur Filgueira Cintra teria disparado, atingindo a cabeça do jovem, que morreu antes de chegar ao hospital. Câmeras de segurança registraram o ocorrido, mostrando também a agressão ao irmão de João Vitor após ser retirado do carro. O boletim de ocorrência afirma que nada de ilícito foi encontrado no veículo.

A Luta por Justiça

Luciene de Moura-Rangon, mãe de João Vitor, busca justiça e se mostra inconformada com a soltura do policial. Ela relata a dor da perda e a falta de confiança na justiça, expressando sua fé em um desfecho favorável. O advogado da família, Vinícius Ribeiro, luta para que o policial seja julgado e condenado.

O Andamento do Processo

Arthur Filgueira Cintra teve a prisão preventiva decretada e foi levado para o presídio militar em São Paulo, mas posteriormente obteve liberdade provisória. A audiência de instrução desta terça-feira é crucial para o processo, com mais de 15 testemunhas previstas, incluindo policiais militares, populares que presenciaram o fato e laudos periciais. A defesa de Arthur Filgueira Cintra ainda não se manifestou.

A mãe de João Vitor mantém a esperança de que o caso não fique impune e que o policial seja responsabilizado pelo crime, enfatizando a inocência de seu filho.

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