Médico Júlio Cesar Bruno dá dicas de como superar o tempo com baixa umidade
Nossa região, frequentemente classificada entre as piores do estado de São Paulo em termos de umidade do ar, também registrou um alto índice de incêndios na semana passada. A combinação de fatores climáticos adversos e a persistência da pandemia impactam diretamente a saúde da população, principalmente aqueles com problemas respiratórios.
Impacto na Saúde Respiratória
Para quem sofre com doenças respiratórias, este é um período crítico. A baixa umidade do ar, característica do inverno na região, agrava problemas preexistentes, afetando especialmente idosos, crianças e pessoas com condições respiratórias crônicas. A combinação de ar seco, incêndios e a pandemia cria uma situação de risco ainda maior.
Recomendações e Cuidados
O Dr. Júlio César Bruno, pneumologista, recomenda atenção redobrada com a higiene, evitando aglomerações e o uso de máscaras. Ele destaca a importância da hidratação, especialmente para crianças e idosos, que podem não sentir sede com a mesma intensidade. A utilização de umidificadores de ar em ambientes fechados também é sugerida. A limpeza frequente do ar condicionado e a ventilação dos ambientes são cruciais, assim como a redução de itens que acumulam poeira, como tapetes e cortinas.
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Manter-se hidratado, evitar exercícios físicos em horários de maior incidência solar e manter os ambientes limpos e arejados são medidas essenciais para minimizar os impactos do tempo seco na saúde respiratória. A atenção aos cuidados básicos de higiene e a busca por orientação médica em caso de sintomas respiratórios são fundamentais nesse período crítico.



