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PodFalar, Mãe! #56 Cirurgias Plásticas na Maternidade

Cirurgião plástico Juliano Pereira explica o que pode ser feito, em que momento e se há algum fator de risco
Cirurgias Plásticas Maternidade
Cirurgião plástico Juliano Pereira explica o que pode ser feito, em que momento e se há algum fator de risco

Cirurgião plástico Juliano Pereira explica o que pode ser feito, em que momento e se há algum fator de risco

Pode falar, mãe. Larissa Castro inicia a conversa abordando as transformações corporais femininas após a maternidade e a cirurgia plástica como opção. A discussão esclarece o que pode ser feito, quando e os riscos envolvidos, incluindo a diástase abdominal.

Recuperação Pós-Parto e Cirurgia Plástica

O Dr. Juliano Pereira, cirurgião plástico, explica que a recuperação natural do corpo após o parto leva tempo. Antes de qualquer procedimento, o aspecto psicológico da paciente deve ser avaliado, considerando a possibilidade de depressão pós-parto. Para cirurgias abdominais, recomenda-se esperar 90 dias; para cirurgias mamárias, de três a seis meses após o fim da amamentação. Desrespeitar esses prazos pode levar a intervenções desnecessárias ou complicações, como infecções.

Mami Makeover e Outros Procedimentos

O Mami Makeover, que combina lipoaspiração, abdominoplastia (ou mini-abdominoplastia) e mamoplastia, é abordado. O Dr. Pereira destaca a importância de exames pré-operatórios e planejamento cuidadoso, evitando excessos. A discussão também abrange a amamentação com próteses de silicone e a possibilidade de amamentar após cirurgias de redução de mama, desde que o tempo adequado seja respeitado antes da gravidez.

Diástase Abdominal e Exercícios

Bia Faé, especialista em treinamento para mulheres no pós-parto, explica a diástase abdominal – o afastamento dos músculos reto-abdominais. Fatores de risco incluem aumento de peso excessivo, sedentarismo, gestações de gêmeos e gravidez sucessivas. Bia enfatiza a importância de exercícios específicos para fortalecer a musculatura abdominal, evitando esforços que possam agravar a condição. A utilização de cinta pós-parto também é debatida, com recomendações para uso moderado e por tempo limitado.

A conversa finaliza com a discussão sobre a perda de sensibilidade após cesariana, um efeito colateral comum que geralmente é temporário. A importância de cuidar do corpo, de forma gradual e respeitando o tempo de recuperação, é ressaltada, incentivando as mães a priorizarem a saúde física e mental.

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