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Polícia Ambiental inicia fiscalização de plantações e áreas de mata para evitar incêndios

Com o apoio do Gaema, operação tem o objetivo de reforçar as medidas de proteção para planos de combate as chamas
Polícia Ambiental inicia fiscalização de plantações
Com o apoio do Gaema, operação tem o objetivo de reforçar as medidas de proteção para planos de combate as chamas

Com o apoio do Gaema, operação tem o objetivo de reforçar as medidas de proteção para planos de combate as chamas

A Polícia Ambiental e o Grupo de Atuação Especial do Meio Ambiente (Gaema) iniciaram uma fiscalização em plantações e áreas verdes da região de Ribeirão Preto, Polícia Ambiental inicia fiscalização de plantações e áreas de mata para evitar incêndios, com o objetivo de prevenir incêndios durante o período de estiagem prolongada. A operação visa proteger áreas de mata próximas a rodovias, que apresentam alto risco de queimadas.

Fiscalização e monitoramento das áreas verdes

Uma das áreas mais importantes da região é a reserva ecológica de Ribeirão Preto, que possui 154 hectares e é uma das maiores áreas preservadas de Mata Atlântica local. A reserva abriga diversas espécies animais e recebe manutenção frequente para evitar focos de incêndio. Alessandra Pinesi, gestora da estação ecológica, destacou que são realizados treinamentos de brigadistas, manutenção dos aceiros e formação de equipes para melhorar a resposta rápida no combate aos incêndios.

Atuação da Polícia Ambiental e uso de tecnologia: A Polícia Ambiental tem realizado visitas em propriedades rurais e margens de rodovias para identificar e impedir a prática de incêndios criminosos. O capitão Rodrigo dos Santos explicou que a operação conta com parceria do Ministério Público, gestores de unidades de conservação, usinas e produtores de cana-de-açúcar. A fiscalização, que ocorre até o final do período de estiagem em outubro, utiliza drones e monitoramento via satélite em tempo real para localizar focos de incêndio e identificar responsáveis.

Riscos e consequências dos incêndios: O vento característico dessa época do ano contribui para a rápida propagação dos incêndios, aumentando os riscos para a vegetação, fauna e população local. A promotora do Gaema, Cláudia Habibi, expressou preocupação com o aumento dos focos de incêndio na região, ressaltando que o fogo descontrolado causa destruição da vegetação, morte de animais, prejuízos à saúde pública, danos ao patrimônio, perdas agrícolas e, em casos graves, mortes de pessoas.

Aspectos legais e punições: A promotora também lembrou que provocar incêndios em vegetação é crime ambiental, sujeito a multas e penas de prisão de até quatro anos. A fiscalização busca não apenas combater os incêndios, mas também responsabilizar os autores, garantindo a proteção do meio ambiente e da população.

Informações adicionais

O monitoramento diário dos satélites do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) permite à Polícia Ambiental identificar rapidamente a localização dos incêndios. Após a detecção, equipes são enviadas ao local para apurar as circunstâncias e identificar os responsáveis pelos focos de fogo. A operação reforça a importância da colaboração entre órgãos públicos e privados para a preservação ambiental durante períodos críticos.

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