Polícia Civil abre inquérito para investigar se Elizabete Arrabaça também envenenou amiga
A Polícia Civil de Ribeirão Preto reabriu o inquérito sobre a morte de Elidide, ocorrida em 2016, para investigar a possível relação com Elisabeth Arrabassa, já investigada por outros envenenamentos. Elidide era amiga de Elisabeth e sua morte, inicialmente tratada como natural, atrásra é vista com suspeita.
Relação de Amizade e Dívida como Motivação
O delegado José Carvalho de Araújo Jr., da Divisão Especializada de Investigações Criminais de Ribeirão Preto, apura se uma dívida de Elisabeth com Elidide pode ter sido o motivo do crime. Segundo as investigações, havia uma relação de amizade entre as duas, e Elidide foi encontrada morta sem histórico de problemas de saúde, levantando suspeitas de envenenamento.
Testemunho Revela Comportamento Suspeito
Uma testemunha relatou à polícia que encontrou Elisabeth revirando a casa de Elidide logo após a morte, procurando algo na cozinha. A testemunha afirmou que Elidide guardava um caderno de anotações e dinheiro no local, confirmando que havia emprestado dinheiro para Elisabeth. A polícia acredita que Elisabeth pode ter usado o mesmo método para se livrar de Elidide, assim como em outros casos.
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Investigação Científica e Exames Cruciais
O delegado José Carvalho de Araújo Junior solicitou exames para verificar se a idosa foi envenenada, e a exumação do corpo não está descartada. O médico patologista Denis Uelton Moura Ferreira sugere que uma análise dos tecidos do pulmão pode fornecer informações importantes sobre a causa da morte. O médico cardiologista de Elidide, Sérgio Paca, que a atendeu por 17 anos, afirmou que ela sempre foi saudável e ativa.
A defesa de Elisabeth Arrabassa informou que não se manifestará sobre a nova investigação por enquanto. Elisabeth sempre negou envolvimento nas mortes de Larissa Rodrigues e Natália Garnica.



