Operação ‘Black Dolphin’ teve desdobramentos em Ribeirão e mais sete cidades da região; investigação começou em 2018
A Polícia Civil de Ribeirão Preto participou de mais uma fase da operação Black Dolphin, que combate o tráfico e a exploração sexual de crianças. As diligências ocorreram em Ribeirão Preto, Sertãozinho, Américo Brasiliense, Martinópolis e São Carlos, com coordenação em São José do Rio Preto.
Operação Black Dolphin: detalhes da investigação
Segundo o delegado seccional de São José do Rio Preto, Dr. Silas José dos Santos, nove mandados de busca foram cumpridos em oito municípios da região. A operação, iniciada em 2018, monitorou mais de cinco nuvens (servidores) no leste europeu, armazenando material de abuso infantil. Foram identificados mais de mil apelidos de usuários, dez mil contas de e-mail e vinte comunidades online dedicadas à troca e compartilhamento desse material.
Início da Investigação e o Caso da Sobrinha
A investigação teve início em 2018, a partir de uma tentativa de venda de uma sobrinha para criminosos russos. O plano era levá-la à Eurodisney e, posteriormente, entregá-la aos criminosos, alegando seu desaparecimento no parque. A partir daí, a Polícia Civil, por meio da DIPWeb, desvendou uma rede que produz, compra e vende vídeos de crianças em situação de vulnerabilidade sexual.
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Resultados e Implicações
A operação Black Dolphin demonstra o trabalho contínuo das forças policiais no combate à exploração sexual infantil. A descoberta de uma rede internacional destaca a complexidade do crime e a necessidade de cooperação internacional para enfrentá-lo. A prisão dos suspeitos representa um passo importante na proteção de crianças e na punição dos responsáveis por esses crimes hediondos.



