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Polícia Civil detalha ação de quadrilha que roubava joias no estado de São Paulo

Polícia Civil detalha ação de quadrilha que roubava joias no estado de São Paulo
Quadrilha roubava joias
Polícia Civil detalha ação de quadrilha que roubava joias no estado de São Paulo

Polícia Civil detalha ação de quadrilha que roubava joias no estado de São Paulo

Quatro novos suspeitos de envolvimento em um roubo de joias ocorrido em maio na Ribeirânia, zona leste de Ribeirão Preto, foram presos nesta terça-feira. A Polícia Civil divulgou detalhes sobre a operação e o modus operandi da quadrilha.

A Operação Midas e as Prisões

A operação, denominada Midas, cumpriu cinco mandados de prisão e sete de busca e apreensão. Uma mulher foi presa em Ribeirão Preto, dois homens na capital paulista e um em Guarujá. Um segundo alvo em Ribeirão Preto não foi encontrado e é considerado foragido. A mulher presa em Ribeirão foi identificada como Tainá e. Asmin. Silva. Porto, técnica de enfermagem. Os irmãos Leonardo e Gustavo de. La. Rosa foram presos na capital, enquanto João. Alves. Augusto. Correia. Jr. foi detido no litoral.

O Engodo e a Investigação

A Polícia Civil revelou que Tainá e. Asmin se passava por corretora de móveis para enganar a família. A promotora de justiça, Ethel. Cipeli, informou que a suspeita forneceu informações privilegiadas sobre o local do roubo. A investigação, que durou cinco meses, identificou os assaltantes e apreendeu objetos que corroboram as evidências coletadas, incluindo equipamentos de tecnologia importada e de comercialização proibida no Brasil.

Conexão com Outros Crimes e a Recuperação das Joias

Os presos integravam um esquema de roubo de joias revelado pelo Fantástico, que atuava em três estados e envolvia até um programa de TV. No roubo da Ribeirânia, foram levadas 300 peças e oito relógios de luxo. Nem tudo foi recuperado, mas um aparelho usado para abrir portões eletrônicos foi apreendido. Ethel. Cipeli explicou que o aparelho é proibido pela Anatel e permitia aos criminosos clonar senhas de portões à distância. Entre as peças roubadas, um colar de ouro e diamantes foi reconhecido pela esposa da vítima sendo vendido ao vivo em um programa de TV do Paraná. A polícia investiga a ligação entre os ladrões e os receptadores, que atuavam em Ribeirão Preto e em outros dois estados.

As autoridades investigam a possível ligação entre o roubo de joias na Ribeirânia e um arrastão milionário em um prédio de alto padrão no centro de Ribeirão Preto, ambos ocorridos em setembro. Os presos possuem antecedentes criminais, incluindo crimes patrimoniais. As investigações apontam que os criminosos utilizam dados vazados para qualificar as vítimas e avaliar seu potencial financeiro. Os presos responderão por roubo, receptação qualificada e associação criminosa. As prisões são temporárias, mas podem ser prorrogadas ou convertidas em preventivas.

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