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Polícia Civil deve finalizar inquérito sobre o caso Núbia nesta terça-feira

O ex-namorado da vítima, sua atual companheira e um amigo do casal devem responder por homicídio triplamente qualificado
Caso Núbia
O ex-namorado da vítima, sua atual companheira e um amigo do casal devem responder por homicídio triplamente qualificado

O ex-namorado da vítima, sua atual companheira e um amigo do casal devem responder por homicídio triplamente qualificado

A Polícia Civil de Franca confirmou que irá encerrar nesta terça-feira o inquérito sobre a morte da jovem Núbia Ribeiro. Três pessoas serão indiciadas pelo crime: Leonardo Cantieri (ex-namorado da vítima), Laowani Duprado (atual namorada de Cantieri e principal suspeita de ser a mentora do crime) e Ítalo Vinicius Neves (amigo do casal).

Indiciamentos e Qualificações

Os três serão indiciados por homicídio triplamente qualificado (motivo fútil ou torpe, meio cruel e falta de chance de defesa da vítima) e ocultação de cadáver. Apesar de todos terem confessado participação no crime, a polícia ainda não esclareceu completamente o papel de cada um na execução do ato.

Versões Conflitantes e Depoimentos

Leonardo Cantieri mudou sua versão dos fatos diversas vezes. Em seu último depoimento, alegou que Laowani estava escondida no porta-malas do carro e que Núbia se surpreendeu ao vê-la. Ele afirma que houve uma briga entre as duas mulheres, resultando em Núbia ficando desfalecida e sangrando. O medo de serem presos impediu que procurassem ajuda médica. Segundo Cantieri, Laowani teve a ideia de procurar Ítalo Neves, que, segundo o depoimento, teria matado Núbia e ateado fogo em seu corpo. A perícia encontrou uma faca no local do crime, além de indícios no carro onde Núbia esteve antes de morrer, como galões de gasolina vazios e fios de cabelo. A perícia também confirmou que a jovem morreu devido a um traumatismo craniano causado por uma pancada forte na cabeça, possivelmente com uma chave de roda.

Situação Atual dos Indiciados

Ítalo Neves está preso no Centro de Detenção Provisória de Franca, enquanto o casal Cantieri e Duprado permanece na cadeia pública da cidade. A defesa de Laowani Duprado nega sua participação no assassinato. A defesa de Ítalo Neves ainda não se manifestou.

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