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Polícia Civil do RJ concluí inquérito do caso dos três jogadores do Bota-SP acusados de violência sexual

Novas imagens obtidas pela Polícia ajudaram a concluir a investigação; jogadores vão responder por crimes diferentes
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Novas imagens obtidas pela Polícia ajudaram a concluir a investigação; jogadores vão responder por crimes diferentes

Novas imagens obtidas pela Polícia ajudaram a concluir a investigação; jogadores vão responder por crimes diferentes

Três jogadores do Botafogo de Ribeirão Preto são acusados de violência sexual após a conclusão do inquérito policial. Novas imagens mostram a movimentação dos jogadores em um hotel no Rio de Janeiro na madrugada do dia 26 de setembro.

O caso

Uma mulher procurou a polícia após um incidente em um quarto de hotel. Ela relatou ter conhecido Lucas Delgado em uma boate e ter sido convidada para ir ao hotel com ele. Afirmou ter pedido o uso de preservativo, o que não ocorreu. Em seguida, João Diogo e Eduardo Ratamoto entraram no quarto e teriam tentado forçá-la a ter relações sexuais. A mulher relatou que João Diogo a xingou e Eduardo Ratamoto a agrediu com uma mordida em um dos seios. Os jogadores negaram as acusações, mas uma conversa entre um amigo da mulher e João Diogo corrobora os xingamentos. Lucas Delgado, argentino, deixou o país antes de prestar depoimento.

Investigação e acusações

O delegado Vinicius Domingo afirmou que os três jogadores tiveram participação nos abusos, mas responderão por crimes diferentes. Lucas Delgado será acusado de posse sexual mediante fraude por manter relações sexuais sem preservativo, contrariando o pedido da mulher. João Diogo pode responder por injúria e importunação sexual. Eduardo Ratamoto, por sua vez, foi indiciado por estupro, devido à agressão e à tentativa de forçar a mulher. O delegado ressaltou que o crime de estupro engloba atos libidinosos e violência.

Reações e próximos passos

A mulher envolvida expressou alívio com a conclusão do inquérito, reforçando a importância de denunciar esse tipo de crime. O Botafogo de Ribeirão Preto afirmou não ter sido informado sobre a conclusão das investigações e informou que João Diogo tem contrato até 30 de maio de 2023, enquanto Eduardo Ratamoto tem contrato até o fim de 2024. O clube informou que os jogadores sofreram punições disciplinares e que repudia qualquer forma de violência e assédio contra a mulher.

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