José Elias e Marco Antônio Siena foram mortos a tiros pelo empresário Gerson Donizeti Petri, que alegou legítima defesa
Nesta terça-feira, a Polícia Civil de Certãozinho reconstituiu a morte de dois irmãos, José Elias e Marco Antônio Siena, baleados em janeiro no distrito de Cruz das Posses. A reconstituição, realizada no sítio da família, teve como principal suspeito o empresário Jerson Donizete Petri (38 anos), que se apresentou à polícia três dias após o crime.
A cena do crime reconstruída
A perícia técnica contou com a presença do empresário Jerson Petri e do vigilante Josias Geraldo da Silva, testemunha ocular do crime ocorrido em 29 de janeiro. O delegado Taz Dinosório busca esclarecer quem atirou primeiro, já que Jerson e o vigilante apresentam versões conflitantes em seus depoimentos.
Contradições e investigações
O promotor Daniel Tosta de Freitas destacou a importância da reconstituição para elucidar as contradições sobre o início dos disparos. A análise da simulação, combinada com depoimentos e perícias, visa determinar a sequência dos fatos, o número de disparos e as circunstâncias do crime. Apesar da reconstituição, as investigações continuam, com a coleta de mais provas e depoimentos.
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Desfecho e próximos passos
Jerson Petri confessou ter atirado nos irmãos, e a investigação aponta um desentendimento entre eles por causa da compra de um rancho como motivação. Petri responde por duplo homicídio, enquanto o vigilante pode responder por porte e posse ilegal de arma. O caso segue em andamento, com a Polícia Civil coletando mais informações antes de encaminhar o inquérito ao Ministério Público.



