Foram ouvidos donos de barcos, prefeitos da região, feridos no acidente e testemunhas; investigação será finalizada em 30 dias
Tragédia em Capitólio: Inquérito investiga responsabilidades pela queda de paredão
Investigação em Andamento
A Polícia Civil de Minas Gerais ouviu 20 pessoas para investigar as causas da tragédia em Capitólio, que deixou 10 mortos em 8 de janeiro. Entre os entrevistados estão proprietários de embarcações, prefeitos da região, testemunhas oculares e vítimas do acidente. Duas lanchas que afundaram foram vistoriadas por especialistas. Um geólogo e três peritos de Belo Horizonte analisaram construções sobre os cânions e toda a área atingida pela queda do paredão.
Laudos e Interdições
Segundo o delegado regional Marcos Pimenta, não há previsão para a conclusão do inquérito. O laudo pericial, no entanto, deve ser finalizado em 30 dias. A região dos cânions permanece interditada por determinação da Defesa Civil, com boias de demarcação para evitar a aproximação de embarcações. As prefeituras de Capitólio, São José da Barra e São João Batista do Glória trabalham juntas na fiscalização do turismo e na criação de novas regras de acesso à região. Outros pontos turísticos permanecem abertos ao público.
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Solidariedade e Repercussão
A tragédia em Capitólio gerou grande repercussão nacional devido à gravidade do evento e à comoção causada pelas dez mortes. Vídeos impressionantes circularam nas redes sociais, mostrando a força da natureza e a solidariedade com as famílias enlutadas. A fiscalização e as novas regras para acesso aos cânions buscam evitar novas tragédias e garantir a segurança dos turistas na região.



