Operação Piratas do Caribe foi deflagrada nesta segunda em quatro cidades paulistas; grupo teria participado do roubo à Brink’s
Operação Piratas do Caribe: Quase todos presos
Nove pessoas foram presas em Ribeirão Preto, Pradópolis, Campinas e Ortolândia durante a operação “Piratas do Caribe”, que investiga o ataque a uma empresa de valores em outubro de 2023. A ação policial, que mobilizou 80 policiais civis, prendeu quase todos os envolvidos, restando apenas um foragido. Uma mulher, alvo de mandado de prisão, já estava presa por outro crime.
Ataque ousado e prejuízo milionário
O ataque à empresa Brinks, no bairro La Goinha, envolveu a detonação de um muro, a tomada de refém de um frentista e intenso tiroteio com a polícia. Apesar do investimento estimado em R$ 1 milhão pelos criminosos, eles não conseguiram acessar o cofre da empresa. No local, foram apreendidos fuzis, munições, metralhadoras e equipamentos de uso das forças armadas. Um dos criminosos morreu durante o confronto.
Batalhão de Ações Especiais e reforço na segurança
Após o ataque, houve promessas do governador de priorizar Ribeirão Preto com um batalhão de ações especiais da polícia. Embora tenha havido mudanças no cronograma inicial, a previsão é que o batalhão comece a operar na cidade em junho ou julho. A chegada do batalhão e do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) é aguardada pela população, diante do aumento de crimes como explosões de bancos, como as ocorridas recentemente em Boa Esperança do Sul.
Leia também
A operação demonstra a capacidade da polícia em desmantelar quadrilhas fortemente armadas, mas também reforça a necessidade de investimentos em segurança pública para prevenir futuros ataques e garantir a proteção da população.



