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Polícia Civil realiza reconstituição do espancamento do jovem Rian Augusto Rosa

Garoto foi agredido na saída da escola por outros dois rapazes; vítima está internada em Batatais em estado vegetativo
espancamento jovem Rian Augusto Rosa
Garoto foi agredido na saída da escola por outros dois rapazes; vítima está internada em Batatais em estado vegetativo

Garoto foi agredido na saída da escola por outros dois rapazes; vítima está internada em Batatais em estado vegetativo

A família de Rian Augusto Rosa se prepara para mais um passo na busca por justiça pela agressão sofrida pelo jovem. Nesta quarta-feira (dia não especificado no texto original), às 9h, em Jardinópolis, ocorrerá a reconstituição do crime, com a participação dos agressores, Donizete Alfredo Bosco Campos e Caïê Mendes Pinheiro dos Santos, presos no Centro de Detenção Provisória de Pontão.

A Reconstituição do Crime

A reconstituição do crime, que ocorreu em 5 de setembro de 2023, visa elucidar os fatos e confrontar as versões apresentadas. A irmã de Rian, Janélida Adriana Rosa, afirma que a família está abalada, mas acompanha o processo à distância. Ela espera que a reconstituição revele a verdade, desmentindo a alegação dos agressores de que Rian os teria agredido primeiro. A expectativa é que o processo se agilize e que os agressores sejam condenados rapidamente.

O Ataque e as Testemunhas

Segundo relatos, após Rian sair da escola, Donizete o abordou e o espancou. Caïê teria levado Donizete até o local e acompanhado as agressões de dentro de um carro. Testemunhas afirmam que, antes de fugir, Donizete ameaçou estudantes e outras pessoas que presenciaram o crime. A motivação do ataque teria sido o fim do namoro de Rian com Caïê e o envolvimento de Rian com o ex-namorado de Donizete.

As Consequências e a Busca por Justiça

Rian permanece internado em estado vegetativo na Santa Casa de Batatais, e os agressores respondem por tentativa de homicídio. A defesa da família espera que a reconstituição leve à marcação de um júri popular. Janélida Rosa busca uma punição rigorosa para os agressores, desejando que eles experimentem, ao menos em parte, o sofrimento causado à sua família. Apesar de reconhecer a impossibilidade, ela acredita que uma pena de pelo menos 20 anos de prisão seria o mínimo para reparar o dano causado. Donizete, em depoimento anterior, alegou arrependimento, atribuindo os ferimentos de Rian a uma queda durante a briga, após ter sido supostamente cuspido e empurrado pela vítima.

O caso permanece sob investigação, e a reconstituição do crime é um passo crucial na busca por justiça para Rian e sua família.

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