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Polícia Civil realiza reconstituição do homicídio da secretária Nádia de Oliveira

Mulher, na época com 50 anos, foi morta a tiros pelo ex-marido em um canavial em Jardinópolis em junho de 2017
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Mulher, na época com 50 anos, foi morta a tiros pelo ex-marido em um canavial em Jardinópolis em junho de 2017

Mulher, na época com 50 anos, foi morta a tiros pelo ex-marido em um canavial em Jardinópolis em junho de 2017

Um crime que chocou Jardinópolis e região em junho do ano passado teve sua reconstituição marcada para esta tarde. O caso envolve o assassinato da secretária Nadia de Oliveira, de 50 anos, morta a tiros pelo ex-marido, André Luiz Pinho Caetano. Inicialmente prevista para as 8h15, a reconstituição foi adiada para as 15h devido à ausência do acusado, que não foi transferido da penitenciária.

O crime e a investigação

Nadia foi morta a tiros em um canavial entre Jardinópolis e Cruz das Posses. Após o crime, André tentou suicídio ingerindo veneno, ficando internado em coma por dias. Ele confessou o crime, alegando ciúmes do novo relacionamento da ex-mulher. A polícia, ao encontrar o corpo de Nadia sem roupas, investiga a possibilidade de estupro antes do homicídio, fato também confessado por André.

A reconstituição e seus objetivos

A reconstituição, determinada pela justiça de Jardinópolis, tem como objetivo principal esclarecer se houve ou não estupro. A investigação começou em Ribeirão Preto, último local onde Nadia foi vista saindo do trabalho com o ex-marido em sua moto. O percurso da reconstituição seguirá o trajeto feito por eles até o canavial onde o crime ocorreu. O delegado Ricardo Turra destacou a importância da reconstituição para elucidar detalhes da investigação, principalmente sobre a questão do estupro.

Desfecho e consequências

André Luiz Pinho Caetano está preso e responde por homicídio qualificado. A expectativa é que a reconstituição agilize o processo judicial. A confirmação do estupro agravaria ainda mais a pena do acusado. O caso gerou grande comoção na região devido ao desaparecimento de Nadia por dez dias e à brutalidade do crime. A investigação policial, incluindo a análise de câmeras de segurança, foi crucial para elucidar o caso e levar André à justiça. A família de Nadia, que inicialmente nutria esperanças de encontrá-la viva, teve seu sofrimento agravado pela descoberta do crime.

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