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Polícia continua buscas pelo corpo de empresário de São Paulo desaparecido em Cravinhos

Preso em Uberlândia e investigado pelo desaparecimento de Nelson Carreira Filho, homem participou das buscas pelo Rio Grande
Polícia continua buscas pelo corpo de
Preso em Uberlândia e investigado pelo desaparecimento de Nelson Carreira Filho, homem participou das buscas pelo Rio Grande

Preso em Uberlândia e investigado pelo desaparecimento de Nelson Carreira Filho, homem participou das buscas pelo Rio Grande

Continuam as buscas pelo corpo do empresário Nelson Carrera Filho, Polícia continua buscas pelo corpo de, desaparecido desde 16 de maio após viajar de São Paulo para Cravinhos para uma reunião de negócios. A nova fase das buscas, realizada pelo Corpo de Bombeiros ao longo do dia, terminou sem sucesso.

O Corpo de Bombeiros seguiu a indicação de Felipe Miranda, Polícia continua buscas pelo corpo de, amigo de Marlon, que confessou ter jogado o corpo de Nelson no Rio Grande. Felipe foi preso em Uberlândia sob suspeita de participação no crime, sendo apontado como o quarto envolvido no homicídio. A polícia percorreu cerca de cinco quilômetros por terra para levar o preso até o rancho de Marlon, onde ele entrou em um barco e seguiu pelo rio para indicar o local onde teria descartado o corpo.

Segundo o Corpo de Bombeiros, o Rio Grande apresenta muitos aguapés, o que dificulta as buscas, pois o corpo pode estar preso a esses vegetais em grandes profundidades. O local é escuro e com baixa visibilidade subaquática, complicando o trabalho das equipes.

Depoimento do suspeito: De acordo com o delegado Eitor Assis, Felipe Miranda estava em Uberlândia com a caminhonete usada para transportar o corpo. Em depoimento, ele afirmou que só soube da necessidade de ocultar o corpo ao chegar ao rancho em Miguelópolis. Ele declarou que era apenas um amigo que prestava serviços a Marlon, sem laços familiares ou de amizade próxima.

Felipe também disse que mal sabia operar uma moto aquática e aprendeu na hora para jogar o corpo no rio. Segundo a polícia, ele precisou sair do rancho para comprar gasolina. O corpo já estava enrolado em uma lona, amarrado a uma barra de ferro para que afundasse.

Detalhes do crime: O suspeito afirmou que foi sozinho até o rio, amarrou o corpo à moto náutica e, quando a corda se soltou, jogou uma peça de concreto sobre ele. Ele indicou pontos no rio onde o corpo teria afundado.

Rancheiros da região relataram à reportagem que havia pessoas entrando e saindo da casa de Marlon no dia em que o corpo teria sido jogado no rio. Uma testemunha afirmou que o corpo não foi descartado na sexta-feira, logo após o desaparecimento, e que apenas um suspeito apontou o local do crime. No dia 17, eles colocaram os jatos na água, deram duas voltas e os recolheram, não retornando mais depois disso.

Outros envolvidos e suspeitas: Nelson desapareceu após supostamente ter sido morto a tiros na fábrica de suplementos de Marlon, por desavenças relacionadas ao uso de uma marca de emagrecedor. Duas outras pessoas estão presas temporariamente: São Tadeu Almeida Silva, gerente da fábrica e suspeito de ajudar a enrolar o corpo em lonas, e Marcella Silva de Almeida, esposa de Marlon, que viajou com o marido para São Paulo no dia seguinte ao desaparecimento para prestar apoio à família de Nelson.

O advogado de Marlon afirmou que o empresário ainda não se entregou porque teria sido ameaçado, inclusive com uma tentativa de invasão à sua casa.

Informações adicionais

Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre o andamento das investigações nem sobre a localização exata do corpo de Nelson Carrera Filho.

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