Criminoso desenvolvia anúncios e páginas falsas na internet para obter dados de usuários; seis pessoas foram presas
A Polícia Civil deflagrou a segunda fase da Operação Kirving, dando continuidade às investigações sobre um sequestro em que os criminosos receberam mais de R$ 2 milhões em bitcoins.
Segunda Fase da Operação Kirving
Dois mandados de busca foram cumpridos na casa de um suspeito, mas ninguém foi preso. A operação investiga a possível origem criminosa das criptomoedas usadas no pagamento do resgate, descobrindo que a vítima do sequestro estaria envolvida em atividades ilícitas.
Atividades Criminosas da Vítima
A polícia descobriu que a vítima desenvolvia anúncios e páginas falsas na internet, utilizando programas maliciosos para captar dados de usuários e, posteriormente, acessar e transferir indevidamente criptomoedas de suas carteiras. A primeira fase da operação, em novembro de 2023, resultou em seis prisões e nove mandados de busca cumpridos.
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Investigação em Andamento
A investigação, em conjunto com o Saire Gaé, aponta para seis criminosos envolvidos no sequestro. Quatro prisões foram realizadas e uma central de criptomoedas foi identificada em Imperatriz (MA). As investigações prosseguem para identificar outros envolvidos e esclarecer o papel da vítima, que também está sob suspeita de crimes como lavagem de dinheiro e furto de criptomoedas. Apesar do bloqueio de criptoativos, o principal suspeito não foi encontrado e a busca por mais informações continua.



