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Polícia Federal apreende equipamentos eletrônicos na casa do prefeito de Araraquara

Operação Capitu investiga suposto esquema de corrupção no governo Dilma, para quem Edinho Silva foi ministro e tesoureiro
Prefeito Araraquara
Operação Capitu investiga suposto esquema de corrupção no governo Dilma, para quem Edinho Silva foi ministro e tesoureiro

Operação Capitu investiga suposto esquema de corrupção no governo Dilma, para quem Edinho Silva foi ministro e tesoureiro

A Polícia Federal deflagrou a Operação Captura em diversos estados, incluindo mandados de busca e apreensão em Araraquara. Entre os alvos, estão o prefeito Edinho Silva (PT) e seu assessor Manoel de Araújo Sobrinho.

Prefeito e Assessor Investigados

Segundo informações apuradas, a operação mira possíveis irregularidades relacionadas à campanha de Dilma Rousseff em 2014. O prefeito Edinho Silva, que era coordenador financeiro da campanha, e Manoel de Araújo Sobrinho, que atuou como auxiliar na coordenação, são investigados por supostos esquemas de propina. Em uma transmissão ao vivo no Facebook, Edinho Silva confirmou a presença da Polícia Federal em sua residência, onde seus celulares e um iPad foram apreendidos. Na casa de Manoel de Araújo Sobrinho, documentos foram recolhidos.

Busca e Apreensão e Irregularidades

Edinho Silva, em sua live, alegou que a operação é injusta e que o mandado de busca é irregular, sem respaldo judicial. Ele argumentou que todos os documentos da campanha de 2014 já haviam sido entregues e que uma investigação anterior (2015-2017) não encontrou irregularidades. A defesa do prefeito afirma que não há nada de ilegal em sua conduta. O material apreendido será levado para Belo Horizonte, onde as investigações da Operação Captura estão centralizadas.

Contexto da Operação Captura

A Operação Captura investiga supostos esquemas de corrupção no Ministério da Agricultura durante o governo Dilma Rousseff, com desdobramentos na campanha eleitoral da ex-presidente. A investigação aponta para um esquema de doações irregulares de uma empresa de processamento de carne para diversos partidos e políticos, com a participação de grandes redes varejistas de Minas Gerais. O dinheiro, segundo a investigação, era repassado por meio da simulação de recebimento de duplicatas. A operação também apura o pagamento de vantagens indevidas a autoridades do Ministério da Agricultura.

As investigações estão em andamento, e novas informações devem ser divulgadas pela Polícia Federal e Receita Federal. A assessoria de Edinho Silva e de Manoel de Araújo Sobrinho ainda não se manifestaram oficialmente sobre o caso.

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