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Polícia Federal prende suspeito de pedofilia em Barretos

Comerciante de 30 anos teria divulgado fotos e vídeos de crianças na internet
pedofilia Barretos
Comerciante de 30 anos teria divulgado fotos e vídeos de crianças na internet

Comerciante de 30 anos teria divulgado fotos e vídeos de crianças na internet

Um empresário de 32 anos, dono de uma loja de rações em Barretos (SP), foi preso pela Polícia Federal (PF) acusado de pedofilia. A prisão ocorreu após uma operação internacional que teve início com o Google, que identificou um computador no Brasil com conteúdo de pornografia infantil e repassou as informações para as autoridades brasileiras.

Investigação e Prisão

Segundo o delegado Jackson Gonçalves, o Google, por meio de sua rede de segurança na internet, detectou arquivos de pedofilia e, em cooperação internacional, repassou o IP de origem para a PF. Após investigações, a polícia chegou ao empresário de Barretos. Em sua casa, foram apreendidos um computador e um celular com diversos vídeos e fotos de exploração sexual de crianças. A PF também descobriu um grupo de WhatsApp com cerca de 265 participantes, onde o empresário divulgava o material.

Acusações e Próximos Passos

O empresário alegou ter recebido os arquivos por meio do grupo de WhatsApp, mas se recusou a identificar a fonte. Ele mora com dois jovens, um deles menor de idade, o que levou a polícia a investigar se houve abuso sexual. O homem foi preso em flagrante, sem direito a fiança, e pode pegar até 10 anos de prisão se condenado. A PF também irá investigar os demais membros do grupo de WhatsApp.

Desdobramentos da Operação

A ação demonstra a crescente importância da cooperação internacional no combate à pedofilia online. A eficácia das ferramentas de monitoramento do Google e a rápida resposta da Polícia Federal resultaram na prisão do suspeito e na abertura de novas linhas de investigação, buscando responsabilizar todos os envolvidos na rede de compartilhamento de material ilegal. A investigação em relação ao menor de idade que reside com o empresário também seguirá em curso.

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