Agentes também cumpriram mandados de prisão em São Paulo e Brasília; PF investiga a invasão de celulares de juízes e políticos
A Polícia Federal deflagrou a segunda fase da Operação Spoofing, que investiga a invasão de celulares de autoridades e crimes cibernéticos. A região de Ribeirão Preto, em São Paulo, é novamente alvo da operação, com o cumprimento de dois mandados de prisão temporária e quatro de busca e apreensão na região, além de ações em Brasília.
Alvos da Operação
Entre os alvos da operação estão duas pessoas suspeitas de participação nos ataques contra autoridades, incluindo o ministro Sérgio Moro e o procurador Deltan Dallagnol. Um dos presos é o programador Tiago Elisair Matins, de Sertãozinho, considerado elo entre Walter Delgatti Neto (apontado como líder do grupo) e as autoridades hackeadas em Brasília. Os mandados foram autorizados pela juíza Gabriela Hardt, de Brasília.
Prisões e Investigações
A primeira fase da Operação Spoofing, em julho, resultou na prisão de quatro pessoas, incluindo Walter Delgatti Neto. Delgatti, que se disse responsável por repassar mensagens da Lava Jato para o site Intercept Brasil, alegou não ter cometido crime por acessar informações consideradas públicas. A investigação continua em andamento, com a Polícia Federal monitorando os envolvidos e buscando esclarecer todos os detalhes dos ataques cibernéticos.
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Desdobramentos da Operação
A segunda fase da Operação Spoofing destaca a continuidade das investigações sobre os crimes cibernéticos e a complexa rede de envolvidos. A operação demonstra o esforço das autoridades em combater esse tipo de crime e responsabilizar os envolvidos. Acompanharemos os desdobramentos deste caso com a Rede CBN.



