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Polícia Federal realiza operações contra suspeitos de ataque cibernético em quatro estados

Ações com alvos em comum e que possuem modus operandi similares de crimes com criptomoedas, teve desdobramento em Ribeirão Preto

Ações com alvos em comum e que possuem modus operandi similares de crimes com criptomoedas, teve desdobramento em Ribeirão Preto

A Polícia Federal de Joinville, Polícia Federal realiza operações contra suspeitos, em Santa Catarina, deflagrou uma operação de grande escala contra crimes cibernéticos, com ações em vários estados brasileiros, incluindo Ribeirão Preto, São Paulo.

Operação e mandados cumpridos: Foram cumpridos 26 mandados de busca e apreensão e 11 prisões nos estados de Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Maranhão. Em Ribeirão Preto, no bairro Campos Elíseos, a polícia realizou um mandado de busca e apreensão, onde foram apreendidos um celular e um computador que atrásra fazem parte das investigações.

Crimes investigados: A operação envolve suspeitos de ataques cibernéticos, furto milionário de criptoativos, golpes e fraudes bancárias. Um dos casos que motivou a ação foi o furto de quase 1,5 milhão de dólares em criptoativos de uma vítima em Singapura. O grupo criminoso também teria movimentado cerca de 100 milhões de reais por meio de fraudes bancárias com modus operandi semelhante.

Fraudes contra instituições públicas

A quadrilha é suspeita de invadir contas da Caixa Econômica Federal e, em 2020, teria invadido 150 contas de prefeituras em várias cidades brasileiras. Os valores totais envolvidos nas fraudes e crimes investigados chegam a cerca de 200 milhões de reais.

Prisões e medidas judiciais: Uma das ações da operação, chamada “Wet Cleaning”, foi desencadeada após a prisão, em maio de 2024, de uma mulher apontada como uma das maiores estelionatárias do Brasil, que foi alvo de novo mandado de prisão nesta operação. A Justiça Federal determinou também o sequestro de bens e valores em nome dos investigados, de pessoas usadas como laranjas e de empresas ligadas ao grupo criminoso.

Informações adicionais

Segundo a Polícia Federal, os criminosos operavam principalmente pela internet, utilizando conhecimentos avançados em informática e criptoativos para cometer os crimes. A investigação continua em andamento para aprofundar as apurações e identificar todos os envolvidos.

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