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Polícia investiga morte de cão por suspeita de petisco contaminado

Cerca de 50 cães, em diferentes partes do país, morreram após consumirem petiscos com etileno glicol, um produto químico
morte de cão contaminado
Cerca de 50 cães, em diferentes partes do país, morreram após consumirem petiscos com etileno glicol, um produto químico

Cerca de 50 cães, em diferentes partes do país, morreram após consumirem petiscos com etileno glicol, um produto químico

Mais de 50 cães morreram após ingerir petiscos contaminados com etilenoglicol, substância tóxica usada em radiadores de veículos. Um caso na região de Franca, interior de São Paulo, chama atenção.

Caso em Franca: A morte de Snoop

A estudante Larissa Alves perdeu seu cão, Snoop, após o animal ingerir petiscos de uma marca suspeita de contaminação. Snoop apresentou sintomas como vômitos, perda de apetite e apatia. Apesar de tratamento intensivo, incluindo hemodiálise e transplante de células tronco, o cão não resistiu. Outro cão da família, Luke, também apresentou problemas de saúde, mas se recuperou.

Investigação e suspeitas

O veterinário Douglas Borges, que atendeu Snoop, relata a gravidade da intoxicação por etilenoglicol, que pode causar danos renais severos e outras complicações. Exames realizados em Snoop apontaram falência renal, reforçando a suspeita de intoxicação pelos petiscos contaminados. A tutora, Larissa, busca justiça e investigações mais aprofundadas sobre o caso.

Busca por justiça e posicionamento da empresa

Larissa Alves pretende processar a empresa responsável pelos petiscos, buscando responsabilizá-la pela morte de seu animal de estimação. A reportagem solicitou um posicionamento à empresa, mas não obteve resposta até o momento. O caso segue em investigação.

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