CBN Ribeirão 90,5 FM
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Compartilhe

Polícia investiga relação de Elizabeth Arrabaça com morte de cachorra da filha

Mulher é apontada como suspeita na morte da nora, Larissa Rodrigues e a suspeita é de que o animal também tenha sido envenenada
Polícia investiga relação de Elizabeth Arrabaça
Mulher é apontada como suspeita na morte da nora, Larissa Rodrigues e a suspeita é de que o animal também tenha sido envenenada

Mulher é apontada como suspeita na morte da nora, Larissa Rodrigues e a suspeita é de que o animal também tenha sido envenenada

O caso da morte da professora de pilates Natália Garnica, Polícia investiga relação de Elizabeth Arrabaça, em Pontal, segue com mistérios que a polícia tenta esclarecer. Natália faleceu em fevereiro, vítima de um infarto, segundo informações da família, que afirmou não haver histórico de problemas de saúde.

Quinze dias antes da morte de Natália, sua cachorrinha Ababí também morreu de forma repentina. Ababí era cuidada por Elizabeth Arrabassa, mãe de Natália, após a mudança da filha de Ribeirão Preto para Pontal. Amigos próximos consideram estranha a morte do animal, que não apresentava problemas de saúde aparentes e não era idoso. A cachorrinha foi enterrada no quintal da casa dos pais de Larissa Rodrigues, esposa de Luiz Antônio.

Investigação e suspeitas: Após a morte de Natália e também de Larissa Rodrigues, que está sendo investigada como homicídio com suspeitos presos, amigos e familiares passaram a suspeitar que Ababí pode ter sido envenenada. Elizabeth Arrabassa escreveu uma carta sugerindo que Natália pode ter cometido suicídio ao ingerir chumbinho, substância para matar ratos, à qual teria tido acesso por ser chefe da vigilância sanitária de Pontal.

“Minha mãe foi deitar e a cachorrinha deitou na cama dela, onde fica a casinha dela, e quando minha mãe foi ver, a cachorrinha estava morta”, relatou uma amiga de Natália que preferiu não se identificar.

Versões divergentes: Enquanto Elizabeth sugere a possibilidade de suicídio, a melhor amiga de Natália discorda, afirmando que ela não tinha motivos para tirar a própria vida, pois estava feliz, havia terminado um relacionamento e tinha planos para o futuro, incluindo uma viagem à praia no Carnaval.

“Natália era uma pessoa saudável, não tinha nenhuma doença, estava muito feliz e cheia de planos”, afirmou a amiga.

Procedimentos policiais: No fim do mês passado, a polícia realizou a exumação do corpo de Natália no cemitério de Pontal. Foram coletadas amostras do coração, fígado, estômago e cabelo para perícia, que investigará possíveis vestígios de envenenamento por chumbinho. Os laudos devem ficar prontos em 60 a 80 dias. Até o momento, a morte de Natália é tratada como suspeita.

Informações adicionais

Os pais de Natália, Elizabeth e Luiz Garnica, negam envolvimento nas mortes de Natália e Larissa. A investigação sobre a morte de Larissa segue em andamento, com suspeitos presos.

Veja também

Conteúdos

Reportar um erro

Comunique à equipe do Portal da CBN Ribeirão Preto, erros de informação, de português ou técnicos encontrados neste texto.