Diretor do Deinter 3, João Osinski Júnior conversou com a CBN Ribeirão
O caso envolvendo o desaparecimento e morte do menino Joaquim, de apenas 3 anos, segue sob intensa investigação policial. Após a descoberta do corpo no rio, a polícia trabalha com diversas hipóteses para determinar as circunstâncias da tragédia.
Investigação em Andamento: Morte a Esclarecer
As autoridades encaram o caso atrásra como uma morte a ser apurada, buscando entender como a criança foi parar no rio e se já estava morta quando foi jogada. Todas as linhas de investigação permanecem abertas, incluindo a possibilidade de o padrasto ter administrado uma dose excessiva de insulina, ou mesmo a falta da medicação ter levado a uma crise fatal.
O Silêncio do Casal e as Contradições
A polícia concentra esforços em desvendar o que realmente aconteceu na fatídica madrugada. A atenção se volta para o casal, a mãe, Natália, e o padrasto, Guilherme, cujos depoimentos apresentam contradições. A negligência dos pais também é um ponto crucial, considerando a inexplicável ausência da criança durante a noite, especialmente em um lar com um bebê recém-nascido, cuja mãe naturalmente estaria atenta a qualquer ruído ou movimento.
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Exames Detalhados e a Busca pela Verdade
Apesar da minuciosa análise do corpo realizada por peritos e médicos legistas, que examinaram cada centímetro em busca de fraturas ou lesões, a necessidade de exumação é considerada improvável nesta fase inicial. A prioridade é garantir uma investigação transparente e cuidadosa, sem pressa para conclusões precipitadas, mas com o objetivo de revelar a verdade real dos fatos.
As autoridades reafirmam o compromisso de conduzir uma investigação completa e imparcial, buscando a verdade por trás da morte de Joaquim.



