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Polícia investiga se veículo encontrado queimado foi usado no ataque a carro-forte

Sindicato dos vigilantes cobra liberação de maior poder de fogo para funcionários de empresas de valor
ataque a carro-forte
Sindicato dos vigilantes cobra liberação de maior poder de fogo para funcionários de empresas de valor

Sindicato dos vigilantes cobra liberação de maior poder de fogo para funcionários de empresas de valor

Mais um carro queimado foi encontrado pela polícia, possivelmente usado pela quadrilha que assaltou um carro-forte em Barrinha na segunda-feira. Trata-se de um SUV Veracruz blindado, localizado na noite de ontem em um canavial próximo a Guatapará. O chassi do veículo é clonado, com origem em São Paulo.

Pressão por Mudanças na Legislação

Após o assalto, o sindicato dos trabalhadores em serviços de carro-forte de São Paulo pediu mudanças na legislação, reivindicando autorização para que os vigilantes trabalhem com armamento pesado, equiparando-se ao poder de fogo das quadrilhas. Eduardo Augusto de Oliveira, advogado do sindicato, afirma que pouca coisa evoluiu nos últimos dois anos em termos de legislação, especialmente no que diz respeito à autorização da Polícia Federal para melhoria do armamento dos vigilantes.

Segurança e Prevenção

O sindicato defende a autonomia das empresas de transporte de valores para que invistam em tecnologia e segurança. Além disso, sugere-se a redução do valor transportado por cada veículo, impactando nos custos, mas diminuindo o atrativo para os criminosos. O advogado destaca que o alto valor transportado torna o alvo quase certo e que as empresas precisam de mais agilidade da polícia investigativa, além de autorização da Polícia Federal para aquisição de armas e sistemas de segurança mais eficazes. Atualmente, os vigilantes, apesar do treinamento, não têm condições de reagir adequadamente aos ataques.

Esta situação demonstra a necessidade urgente de ações conjuntas entre o poder público e as empresas de transporte de valores para garantir a segurança dos funcionários e inibir a ação de quadrilhas. A repetição de assaltos com vítimas fatais e feridos reforça a urgência da discussão sobre a legislação e a implementação de medidas de segurança mais eficazes. O caso mais recente, o quarto em dois anos na região, resultou em nenhuma prisão e o valor roubado não foi divulgado.

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