CBN Ribeirão 90,5 FM
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Polícia Militar nega falha em escolta de presos libertados sexta-feira

Coordenadoria da PM comunicou que escolta é determinada de acordo com periculosidade dos presos
Polícia Militar escolta presos
Coordenadoria da PM comunicou que escolta é determinada de acordo com periculosidade dos presos

Coordenadoria da PM comunicou que escolta é determinada de acordo com periculosidade dos presos

Após o pedido de investigação feito pela Ouvidoria das Polícias do Estado de São Paulo sobre a escolta de presos e a ação em um roubo de carro-forte, a Polícia Militar (PM) se manifestou, defendendo a atuação de seus agentes.

Preparação e Dimensionamento da Escolta

O Major Paulo Sergio Fabriz, coordenador operacional do 51º Batalhão da Polícia Militar do Interior, assegurou que os policiais militares envolvidos na escolta estavam devidamente preparados, tanto em planejamento quanto em armamento. Ele enfatizou que a escolta de presos no interior de São Paulo é uma atribuição da PM, que possui efetivo e viaturas dedicadas a esse tipo de operação. Contrariando as alegações de que policiais de patrulhamento foram desviados para a escolta, Fabriz afirmou que foram utilizados policiais da força tática.

O major também rebateu as críticas quanto ao número de policiais na escolta, confirmando que eram quatro agentes fortemente armados, equipados com fuzis, uma ponto 30 e uma metralhadora. Segundo ele, esse dimensionamento estava correto.

Reação ao Assalto ao Carro-Forte

Fabris negou que a viatura de escolta tenha se distanciado do comboio de presos. Ao receberem a informação sobre o assalto ao carro-forte, os policiais orientaram os veículos de transporte dos detentos a reduzirem a velocidade. Ao se aproximarem do local, a cerca de um quilômetro de distância, os policiais identificaram um veículo suspeito, que se aproximava em direção à viatura. Os agentes então se posicionaram e foram alvos de disparos, aos quais revidaram.

O major destacou que uma sindicância foi instaurada pela PM para apurar as circunstâncias do confronto. Ele defendeu a ação dos policiais, argumentando que eles agiram para proteger a vida de outros motoristas, dos presos e dos agentes da Secretaria de Administração Penitenciária (SAP).

Prioridade da Ação Policial

O coordenador operacional da PM enfatizou que a prioridade dos policiais era combater o crime e proteger a sociedade. Ele ressaltou que a viatura tinha a obrigação de agir diante da situação, considerando o risco para as pessoas presentes no local.

O assalto ao carro-forte ocorreu na rodovia Abrão Assed, entre Mococa e Cajuru, resultando na explosão do veículo e na fuga de 37 dos 41 detentos que estavam sendo transportados.

A atuação da Polícia Militar visou garantir a segurança em meio a uma situação de alta periculosidade.

Compartilhe

Veja também

Conteúdos

Reportar um erro

Comunique à equipe do Portal da CBN Ribeirão Preto, erros de informação, de português ou técnicos encontrados neste texto.