Mulher teria recebido uma medicação errada na unidade de saúde de Franca
Testemunhas ouvidas
A Polícia Civil de Franca ouviu ontem quatro testemunhas sobre a morte da paciente Zélia Lúcia Barbosa Moreira, ocorrida em 26 de janeiro após receber medicação errada na Santa Casa de Franca. O delegado Luiz Carlos da Silva colheu os depoimentos do médico responsável pelo atendimento, da enfermeira-chefe, da gerente assistencial e do advogado do hospital. Este último se recusou a comentar o caso.
Próximos passos da investigação
A polícia irá convocar a técnica de enfermagem acusada de aplicar a medicação errada para prestar depoimento. O caso foi registrado como homicídio culposo, sem intenção de matar. Além da polícia, o Cremesp (Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo) também investiga o caso por meio de sindicância, analisando a conduta dos médicos envolvidos no atendimento à vítima.
Nota da Santa Casa
Em nota divulgada anteriormente, a Santa Casa de Franca lamentou o ocorrido e informou que abriu uma sindicância interna para apurar os procedimentos. O boletim de ocorrência registrado pela instituição confirma que a morte da fotógrafa foi causada por troca de medicação.
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A investigação policial e as sindicâncias em andamento buscam esclarecer as responsabilidades pela morte de Zélia Lúcia e garantir que medidas sejam tomadas para evitar novos casos semelhantes.



