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Polícia pede prisão preventiva de motorista de aplicativo suspeito de matar sapateiro após acidente de trânsito

Homem teria esfaqueado Breno Vaz Martins, de 23 anos, depois de uma batida, no bairro Nossa Senhora das Graças, em Franca
Prisão preventiva motorista aplicativo
Homem teria esfaqueado Breno Vaz Martins, de 23 anos, depois de uma batida, no bairro Nossa Senhora das Graças, em Franca

Homem teria esfaqueado Breno Vaz Martins, de 23 anos, depois de uma batida, no bairro Nossa Senhora das Graças, em Franca

A Polícia Civil de Franca, SP, pediu à Justiça a prisão preventiva de um motorista de aplicativo suspeito de matar um jovem de 23 anos após uma discussão de trânsito. Breno Vaz Martins morreu no início de junho após ser esfaqueado.

O crime

Segundo o delegado Márcio Murari, titular da Delegacia de Investigações Gerais de Franca, o suspeito, morador do mesmo bairro que a vítima, foi identificado. De acordo com as investigações, uma discussão entre o motorista de aplicativo e Breno, após um incidente de trânsito, culminou com o ataque fatal. O motorista, após esfaquear Breno, fugiu do local. Apesar de Breno ter tentado buscar ajuda, a gravidade dos ferimentos resultou em sua morte. A família da vítima forneceu à polícia imagens de câmeras de segurança que registraram o momento do crime.

Imagens de segurança

As imagens, gravadas por volta das 9h30 do dia 2 de junho, mostram o carro de Breno sendo seguido por outro veículo após uma provável batida. Os veículos pararam, o motorista do segundo carro desceu e atacou Breno. Em seguida, o agressor fugiu, enquanto Breno, mesmo ferido, tentou dirigir seu automóvel, sendo encontrado morto dentro do veículo pouco depois.

Pedido de justiça

A mãe de Breno, Silva Paiva Ramos, expressou sua revolta e pediu justiça. Ela descreveu o crime como cruel e brutal, e exigiu a prisão do assassino. O caso gerou indignação entre os moradores do Jardim Nossa Senhora das Graças, bairro onde a vítima e o suspeito residiam. O motorista de aplicativo ainda não foi encontrado, e a Justiça ainda precisa se manifestar sobre o pedido de prisão preventiva feito pela Polícia Civil.

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