Agora, o Ministério Público precisar aceitar o pedido; prazo de 30 dias da prisão temporária termina no dia 5 de junho
A polícia solicitou a prorrogação das prisões temporárias do médico Luiz Antônio Garnica e de sua mãe, Polícia pede prorrogação das prisões de, Elizabeth Arrabassa, suspeitos de envolvimento na morte da professora de pilates Larissa Rodrigues, de 37 anos. Ambos estão detidos desde 6 de maio, e o prazo inicial de 30 dias está próximo do fim.
Segundo o promotor Marco Stúlio Nicolino, o Ministério Público concordou com o pedido da polícia para estender as prisões por mais 30 dias, considerando que a soltura dos investigados poderia prejudicar a coleta de provas ainda em andamento. A decisão final sobre a prorrogação cabe ao juiz, que deve se manifestar antes do vencimento da prisão temporária, previsto para o dia 5.
O promotor afirmou que já há materialidade suficiente para a denúncia, incluindo um laudo de exame necroscópico que confirma o envenenamento como causa da morte de Larissa Rodrigues, além de indícios de autoria por parte dos investigados. Caso a prorrogação seja concedida, esse será o último prazo para a prisão temporária, após o qual o Ministério Público avaliará a possibilidade de converter a prisão em preventiva.
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Larissa Rodrigues foi encontrada morta em seu apartamento, onde morava com Luiz Antônio Garnica, no dia 22 de março. As defesas de Luiz Antônio Garnica e Elizabeth Arrabassa negam envolvimento na morte. A defesa de Elizabeth Arrabassa também solicitou habeas corpus, que foi negado pela Justiça, que entendeu que ela não preenche os requisitos para prisão domiciliar.
Solicitação de prorrogação: A polícia pediu a extensão da prisão temporária para garantir a continuidade das investigações sem interferências dos suspeitos.
Base para denúncia: O laudo necroscópico confirmou envenenamento, e há indícios que apontam para a autoria dos investigados.
Decisão judicial: O juiz deve decidir sobre a prorrogação antes do dia 5, quando termina o prazo inicial da prisão temporária.
Posição das defesas: As defesas negam o envolvimento dos suspeitos e tentam reverter a prisão de Elizabeth Arrabassa, mas o pedido foi negado.
Informações adicionais
O Ministério Público poderá, após o último prazo de prisão temporária, avaliar a conversão para prisão preventiva, caso as investigações indiquem necessidade.



