Homem, que não teve sua identidade revelada, foi capturado com mandado de prisão temporária em Mogi Guaçu
Na manhã desta quinta-feira, Polícia prende mais um suspeito de, a polícia prendeu mais um suspeito envolvido no roubo milionário ocorrido na virada do ano na casa de uma advogada na zona sul de Ribeirão Preto. A prisão foi realizada em Mojiguassu, onde o homem estava escondido na casa de um parente. Com ele, foram apreendidas joias, dinheiro e outros objetos relacionados ao crime.
Detalhes do crime e da investigação: O roubo aconteceu em 31 de dezembro, quando pelo menos dois homens armados invadiram a residência e levaram cerca de quatro milhões de reais em joias e 100 mil dólares em espécie. Até o momento, quatro pessoas foram presas, incluindo o homem detido nesta quinta-feira. A identidade dele não foi divulgada.
Prisão e procedimentos legais: Segundo o delegado Rodolfo Latificeba, responsável pela investigação, o suspeito foi identificado como um dos invasores armados da casa. Após o crime, ele teria dispersado a venda das joias e do dinheiro e fugido para Mojiguassu. A polícia solicitou à Justiça a prisão temporária para investigação, que foi cumprida nesta operação. O homem passará por audiência de custódia e será transferido para Ribeirão Preto para dar continuidade às investigações.
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Outros envolvidos e andamento das investigações
Entre os presos anteriormente estão João Paulo Marengole de Lima, farmacêutico de Serrana, e Luzinha Silva de Oliveira, faxineira da residência, que teria desligado as câmeras de segurança no momento do roubo. Outro suspeito, Luan Rodrigues dos Santos, inicialmente apontado como um dos invasores, teve sua prisão temporária solicitada para revogação, pois a investigação indicou que ele não participou diretamente da invasão.
Possibilidade de novas prisões: A polícia civil continua as investigações e não descarta a possibilidade de mais prisões, mas não divulgou detalhes para não prejudicar o andamento do caso.
Informações adicionais
O roubo em Ribeirão Preto ganhou repercussão nacional devido ao valor dos bens subtraídos e à complexidade da investigação, que envolve monitoramento e operações em diferentes cidades para capturar os envolvidos.



