Um dos suspeitos do crime foi detido no Paraná nesta quinta-feira (13); investigação busca averiguar a ligação dele com o crime
Um dos suspeitos do assassinato do policial militar aposentado Rie Alves Tremura, Polícia procura pelos outros envolvidos na, ocorrido em fevereiro na Praça da Catedral, em Ribeirão Preto, foi preso no Paraná e trazido para a cidade. Emerson Pereira da Silva, de 39 anos, foi detido durante uma operação realizada em Londrina, no Paraná, e chegou a Ribeirão Preto na noite de quarta-feira. A expectativa é que ele seja transferido para a cadeia de Santa Rosa de Viterbo.
Prisão e investigação: Emerson tinha um mandado de prisão em aberto e foi encontrado em um camelódromo em Londrina. Segundo o delegado Targino Jorio, o suspeito deu entrada em um pronto-socorro de Londrina alegando ter sido baleado, o que levantou suspeitas sobre sua participação no crime em Ribeirão Preto. A polícia utilizou imagens e fotografias para confirmar a identidade do suspeito.
Objetos apreendidos e investigação em andamento
O delegado Rodolfo Latificeba informou que foram apreendidos celulares e outros objetos que podem ajudar a identificar outros envolvidos e esclarecer o papel de Emerson no crime. O suspeito tem histórico de viagens para cometer crimes patrimoniais e possui familiares próximos a Ribeirão Preto, incluindo o pai que mora em Barretos.
Detalhes do crime: O crime ocorreu no dia 12 de fevereiro, segunda-feira de Carnaval. Rie Alves Tremura e seu enteado Rafael Bernardo Esfaria, de 36 anos, estavam transportando um malote com cerca de R$ 23 mil, valor do transporte municipal do consórcio Prourbano, quando foram abordados por homens armados no posto de recarga de cartões da Rua Tibiriçá, em Ribeirão Preto.
O atirador estava disfarçado com roupas de gari. Rafael reagiu sacando uma arma e atirando, mas um segundo suspeito também efetuou disparos. Houve troca de tiros, e ambos foram baleados. Rie Alves Tremura não resistiu aos ferimentos e morreu. O caso é investigado como latrocínio.
Informações adicionais
Até o momento, Emerson Pereira da Silva nega participação no crime, mas as autoridades acreditam que ele poderá colaborar com as investigações. As buscas pelos outros suspeitos continuam em andamento.



