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Policiais de Ribeirão Preto vão a júri popular pela morte de Patrick Cardoso dos Santos em 2016

Réus respondem por homicídio qualificado e por impedir a defesa da vítima; MP aponta que crime foi motivado por vingança
morte Patrick Cardoso
Réus respondem por homicídio qualificado e por impedir a defesa da vítima; MP aponta que crime foi motivado por vingança

Réus respondem por homicídio qualificado e por impedir a defesa da vítima; MP aponta que crime foi motivado por vingança

Cinco policiais de Ribeirão Preto serão julgados por júri popular nesta semana, acusados de participação na morte de Patrick Cardoso dos Santos, de 20 anos, em janeiro de 2016.

Os acusados e as acusações

Os réus são o policial civil Walter Moraes Braga Jr. e os policiais militares Alex do Arte Oliveira, Luiz Deuvair Rosa, Aênder Santos e Edgar Moreira de Souza. Todos respondem por homicídio qualificado e por impedir a defesa da vítima. O Ministério Público alega que o crime foi motivado por vingança, simulando uma operação policial na casa de Patrick, que teria sido morto a tiros após os policiais alegarem que ele estava armado.

Contexto do crime

Patrick era o principal suspeito da morte do cabo da Polícia Militar Edson Luiz Marques, ocorrida três dias antes, e também era investigado por matar um pastor evangélico em 2013. Na época do crime contra o pastor, Patrick tinha 17 anos e foi apreendido.

O julgamento e as defesas

O júri popular terá início na quarta-feira, às 10h, no Fórum de Ribeirão Preto. A defesa de Walter Moraes Braga Jr. afirma que ele estava em casa, operado, no dia do crime. As defesas de Alex do Arte Oliveira e Luiz Deuvair Rosa alegam que estavam em operação e agiram dentro da lei. A defesa de Aênder Santos e Edgar Moreira de Souza afirmam que seus clientes não participaram do crime e estavam em outros locais. A decisão do júri, que pode demorar devido ao número de testemunhas, definirá a condenação ou absolvição dos acusados, com possíveis variações de pena dependendo da participação de cada um no crime, segundo avaliação de especialistas. A pena de Alex do Arte Oliveira, considerado o executor do crime pelas investigações, pode ser mais severa caso condenado.

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