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Policiais presos em Ribeirão e Guatapará podem ter participado de ao menos oito homicídios

Dupla é suspeita de integrar um grupo de extermínio; agentes serão levados para o Presídio Militar Romão Gomes
homicídios em Ribeirão Preto
Dupla é suspeita de integrar um grupo de extermínio; agentes serão levados para o Presídio Militar Romão Gomes

Dupla é suspeita de integrar um grupo de extermínio; agentes serão levados para o Presídio Militar Romão Gomes

Dois policiais militares de Ribeirão Preto e Guatapará foram presos nesta quinta-feira durante a terceira fase da operação Alcateia. A ação, conduzida pela Polícia Civil com apoio da Corregedoria da Polícia Militar de São Paulo, investiga a participação dos policiais em um grupo de extermínio suspeito de pelo menos oito homicídios na cidade.

Prisões e Investigações

Um dos policiais foi preso em Ribeirão Preto e o outro em Guatapará. Segundo o promotor Marcos Túlio Nicolino, as prisões são para aprofundamento das investigações, com indícios fortes de envolvimento em múltiplos homicídios. A Polícia Civil, em parceria com o Ministério Público, investigará casos de homicídios ocorridos em Ribeirão Preto, principalmente a partir de 2021, cujas autorias ainda não foram esclarecidas. O promotor acredita que o número de homicídios envolvendo os policiais pode ser superior a oito.

Possível Ligação com Grupo de Extermínio

A investigação também apura a possível ligação dos policiais com um grupo de extermínio liderado pelo policial militar reformado Iuri Vinicius de Almeida Malta, preso em janeiro por tentativa de homicídio. Há indícios de que os policiais presos e Iuri Malta colaboraram em diversos crimes. Além dos dois policiais, uma terceira pessoa, inicialmente considerada testemunha, também foi presa para investigação, pois seu envolvimento em um dos homicídios está sendo apurado. Iuri Malta já responde a processo por homicídio.

Os dois policiais militares serão encaminhados ao presídio Romão Gomes, em São Paulo. A terceira pessoa presa será levada para uma cadeia da região. As investigações continuam, e a polícia busca identificar outros possíveis envolvidos. As defesas dos policiais presos ainda não se pronunciaram oficialmente.

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