Soldado conversou com a CBN Ribeirão
Os primeiros policiais militares que atenderam à ocorrência do desaparecimento de Joaquim, de três anos, prestaram depoimento e compartilharam detalhes sobre a cena que encontraram.
O Cenário Inicial
Ao chegarem ao local, os policiais relataram que nem o padrasto nem a mãe de Joaquim estavam presentes. Após uma busca inicial na casa, constataram a ausência da criança. Em um retorno posterior, encontraram o casal, mas a situação era atípica. Um dos policiais descreveu o menino como “frio” e a mãe como “incomodada” com o ocorrido.
Reações e Suspeitas
Questionados sobre o comportamento do casal, os policiais evitaram julgamentos diretos, ressaltando que cada pessoa reage de maneira diferente em situações de crise. No entanto, admitiram que a cena era “complicada”. A dificuldade de uma criança de três anos abrir um portão pesado levantou suspeitas, assim como o fato de a porta estar destrancada. Um dos policiais notou que a mãe parecia “a ficha não tinha caído”, mas ressaltou a impossibilidade de realizar uma avaliação médica no momento.
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A Complexidade da Situação
Embora não tenham expressado desconfiança direta do casal, os policiais enfatizaram o caráter “estranho” da situação. A combinação de um portão aberto, uma porta destrancada e o desaparecimento da criança indicava que algo não se encaixava. A repercussão do caso surpreendeu os agentes, que inicialmente não previram a dimensão que ele tomaria.
As autoridades continuam a investigar o caso, buscando respostas para o que aconteceu com o menino Joaquim.



