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Policial militar acusado de matar a ex-namorada é exonerado do cargo, em Franca

Caso aconteceu no fim do ano passado; PM fazia trabalhos internos no batalhão e responde em liberdade pelo crime de feminicídio
Policial mata ex-namorada
Caso aconteceu no fim do ano passado; PM fazia trabalhos internos no batalhão e responde em liberdade pelo crime de feminicídio

Caso aconteceu no fim do ano passado; PM fazia trabalhos internos no batalhão e responde em liberdade pelo crime de feminicídio

O policial militar Douglas da Silva Teixeira, de 30 anos, acusado de matar a tiros sua ex-namorada, Tabata Caroline Gonzales Silva, de 34 anos, foi expulso da corporação. A decisão foi publicada no Diário Oficial do Estado de São Paulo nesta quinta-feira (2023-XX-XX).

Expulsão e acusações

A expulsão de Teixeira foi classificada como ato desonroso, atentatório ao Estado, à instituição e aos direitos humanos fundamentais. Em janeiro deste ano, a justiça aceitou a denúncia contra ele por feminicídio com agravantes de motivo torpe e emprego de meio cruel. O crime ocorreu na madrugada de 18 de novembro de 2021, quando Teixeira atirou em Tabata próximo ao Parque Universitário e abandonou seu corpo em uma chácara.

O crime e as investigações

Após o crime, Teixeira fugiu na camionete do pai. Um dia depois, se apresentou à delegacia acompanhado de seu advogado, mas se recusou a prestar depoimentos. De acordo com amigos e familiares de Tabata, as ameaças do policial eram constantes, e ele não aceitava o fim do relacionamento, chegando a agredi-la em algumas ocasiões. Mensagens de despedida enviadas por WhatsApp por Tabata antes do crime geram dúvidas sobre sua autoria.

Reações e desfecho

Familiares e amigos de Tabata lamentam a sua morte e pedem justiça. A reportagem solicitou um posicionamento da Polícia Militar e da Secretaria de Segurança Pública, mas ainda não obteve resposta. A expulsão de Teixeira representa o fim de sua carreira na corporação, mas o processo judicial pelo crime de feminicídio continua.

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