Cabo Andrade, da Polícia Militar, falou à CBN Ribeirão
O caso do desaparecimento do menino Joaquim segue sob investigação, e novas informações surgem a partir do depoimento de policiais que atenderam a ocorrência. O Cabo Andrade, um dos primeiros a chegar ao local, compartilhou suas impressões sobre o comportamento dos pais da criança, Natália e Ilíerme.
Nervosismo e Inconsistências no Depoimento de Ilíerme
De acordo com o Cabo Andrade, Ilíerme demonstrou um nervosismo excessivo durante os primeiros questionamentos. O policial relatou que Ilíerme parecia tenso ao ser perguntado sobre detalhes como o trancamento da porta e se havia levado a criança até o portão. Essa tensão levantou suspeitas entre os policiais.
A Tranquilidade de Natália e a Hipótese do Rio
Em contraste com o nervosismo de Ilíerme, Natália se mostrou mais tranquila, focando em questionar o paradeiro do filho e cobrando explicações de Ilíerme. A hipótese de que a criança poderia ter sido jogada no rio, levantada por Ilíerme a outro policial, foi recebida com ceticismo, sendo vista como uma possível justificativa.
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O Nervosismo Diante das Câmeras de Segurança
A menção de que as imagens das câmeras de segurança seriam utilizadas para verificar se alguém havia levado a criança causou ainda mais nervosismo em Ilíerme. Ele teria justificado a um colega policial que, caso aparecesse nas imagens durante a noite, seria porque havia saído para comprar drogas, alegando que a família não sabia que ele havia voltado a usar entorpecentes. Essa justificativa reforçou a suspeita de que ele poderia estar envolvido no desaparecimento de Joaquim.
As investigações prosseguem, com a expectativa de que novos depoimentos de outros policiais envolvidos no caso tragam mais clareza sobre o que realmente aconteceu com o menino Joaquim.



