Objetivo é esclarecer como foi a dinâmica do assassinato do engenheiro; os dois suspeitos participaram das atividades
A Polícia Civil de Ribeirão Preto realiza a reconstituição do assassinato do engenheiro Paulo Roberto Carvalho Pena Brago Filho, conhecido como Beto Braga (34 anos), ocorrido em um apartamento na Vila Tibério.
Suspeitos e a Reconstituição
Os principais suspeitos, Gabriel Souza Brito e Marcelo Fernandes da Fonseca (ambos com 28 anos), foram presos em Goiás e Diadema, respectivamente. A reconstituição visa confrontar as versões apresentadas por ambos sobre a morte de Beto Braga, ocorrida em um apartamento na esquina da Rua Eduardo Prado com a Avenida do Café. Gabriel Brito foi o primeiro a participar da reconstituição, entrando no apartamento para detalhar sua versão dos fatos. A reconstituição causa interdição na Rua Eduardo Prado, entre a Rua Capitão Pereira Lago e a Avenida do Café.
O Crime e as Investigações
Beto Braga desapareceu na noite de 28 de dezembro após sair da casa dos pais, onde passava as férias. No dia seguinte, sua irmã recebeu uma mensagem de um desconhecido com o celular da vítima. O corpo foi encontrado dois dias depois, em um apartamento alugado por pessoas que trabalhavam com programas sexuais, com sinais de estrangulamento e os pés amarrados. A investigação aponta para um encontro marcado entre Beto e Gabriel Brito, que veio do Rio de Janeiro. Marcelo Fernandes foi identificado posteriormente pelo depoimento de Gabriel, que confessou sua participação no crime, embora seu advogado alegue que não houve envolvimento direto na morte. Marcelo afirma ter marcado o encontro com Beto uma semana antes e que apresentou-o a Gabriel.
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Versões Conflitantes e Próximos Passos
Segundo Gabriel, Marcelo teria matado Beto com uma gravata. Marcelo, por sua vez, afirma que houve uma desavença entre Beto e Gabriel, resultando na morte da vítima. A Polícia Civil irá comparar as versões dos suspeitos com as evidências coletadas para determinar a verdade. A reconstituição, iniciada por volta das 9h30, segue em andamento, mantendo a interdição de um quarteirão na Rua Eduardo Prado. O caso chocou Ribeirão Preto e o Brasil, e esta reconstituição representa uma etapa crucial na investigação.



