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Polo Dengue começa a funcionar em Ribeirão Preto

UBDS do Castelo Branco concentrará suspeitas e casos da doença; movimentação foi grande no primeiro dia
Polo Dengue Ribeirão Preto
UBDS do Castelo Branco concentrará suspeitas e casos da doença; movimentação foi grande no primeiro dia

UBDS do Castelo Branco concentrará suspeitas e casos da doença; movimentação foi grande no primeiro dia

Ribeirão Preto enfrenta uma epidemia de dengue, levando à criação do Polo Dengue para atender pacientes com suspeita da doença. A unidade, localizada na Unidade Básica Distrital de Saúde do Castelo Branco (UBDS), Dr. Ítalo Barufi, Dona Luiz Dominal Muzinho, Dona Liete, iniciou suas atividades com alta procura.

Como Funciona o Polo Dengue?

O Polo Dengue foi idealizado para ser um ponto de referência para pacientes que já passaram por um primeiro atendimento em outras unidades de saúde. Segundo o secretário de Saúde, Stene Miranda, o objetivo é desafogar a rede municipal, que está sobrecarregada. A população deve procurar as UBSs e distritais para o primeiro atendimento e, se necessário, será agendada para o Polo Dengue para acompanhamento.

Atendimento e Treinamento

Durante o período de Carnaval, os profissionais do Polo Dengue passaram por um treinamento específico. Os exames de confirmação de dengue estão suspensos, seguindo recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), devido à epidemia. Apenas grupos específicos, como crianças menores de dois anos, gestantes, idosos e portadores de doenças crônicas, continuam a realizar os exames.

Opiniões dos Pacientes

Pacientes como a dona de casa Marisa Nogueira Melo, com suspeita de chikungunya, relataram que o atendimento no Polo Dengue foi mais rápido do que na UPA. No entanto, a professora Lins Oibentre criticou a limpeza da UPA, onde acompanhou sua mãe, e defendeu a necessidade de mais estrutura em todas as unidades de saúde, não apenas em um polo centralizado.

A Secretaria de Saúde estima cerca de 180 atendimentos por dia no Polo Dengue, com um custo mensal de R$ 260 mil. A população espera que o número de médicos seja ampliado para agilizar o atendimento. O secretário Stene Miranda não descarta a criação de um segundo Polo Dengue, caso a demanda aumente.

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