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População de Cristais Paulista enfrenta racionamento de água devido a estiagem prolongada

População de Cristais Paulista enfrenta racionamento de água devido a estiagem prolongada
Racionamento de água
População de Cristais Paulista enfrenta racionamento de água devido a estiagem prolongada

População de Cristais Paulista enfrenta racionamento de água devido a estiagem prolongada

A falta de chuvas em Cristais Paulista levou a prefeitura a implementar medidas de racionamento de água na cidade. O abastecimento está sendo interrompido duas vezes ao dia, afetando diretamente a rotina dos moradores, que relatam um problema antigo e clamam por investimentos urgentes na infraestrutura local.

O Cotidiano em Meio à Escassez

Para muitos moradores, como a dona de casa Isabel Cristina, a falta d’água tem se tornado um grande obstáculo. A dificuldade em manter a casa limpa é apenas uma das consequências da interrupção no fornecimento. “A gente fica parado esperando. Se lavar roupa, lavar uma louça, limpar uma casa direitinho, lavar um banheiro, não tem água, né?”, desabafa Isabel, que relata conviver com o problema há anos e pede por uma solução definitiva.

Rotinas Alteradas e a Busca por Soluções

Guilherme dos Santos, que trabalha em um frigorífico durante a madrugada, também enfrenta dificuldades. O horário de descanso, que antes era precedido por um banho relaxante, atrásra exige planejamento e agilidade para aproveitar os momentos em que há água disponível. “A gente tem que correr logo para ajeitar as coisas, senão a água acaba”, explica Guilherme, evidenciando a necessidade de adaptação à nova realidade.

Medidas da Prefeitura e Perspectivas Futuras

O secretário do Meio Ambiente de Cristais Paulista, Moacir Almeida, detalha as medidas adotadas pela prefeitura: “Estamos tomando as medidas aí, entre a uma hora até as cinco horas da tarde, um fechamento, né? Depois a gente abre para que todo mundo tenha a água. Depois a gente faz o fechamento entre as 19 horas até as 6 horas da manhã”. A explicação para o racionamento reside nos baixos níveis dos reservatórios na estação de tratamento de água, que dependem de poços artesianos e adutoras. A prefeitura busca alternativas, como a interligação de poços já existentes, mas a solução definitiva pode levar tempo. Enquanto isso, a população é orientada a evitar o uso da água para fins não essenciais, como lavar calçadas e carros.

A situação exige paciência e colaboração de todos, enquanto se aguarda por medidas que possam aliviar o problema de abastecimento.

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